Vamos falar sobre as três capacidades de acesso dos nós RPC.
A mais básica é a interface padrão JSON-RPC, que lida com consultas, envio de transações e recolha de dados de blocos — operações do dia a dia que são suficientes para a maioria dos cenários.
O nível seguinte são as ligações WebSockets, que permitem monitorizar em tempo real a dinâmica do mempool, subscrever eventos on-chain e acompanhar alterações nos logs de contratos. Para quem desenvolve bots de trading ou sistemas de monitorização, esta capacidade é praticamente indispensável.
O nível mais avançado são as APIs de tracing e debugging, direcionadas sobretudo para programadores que precisam de analisar em profundidade o percurso de execução das transações ou investigar problemas em contratos. Estes três níveis correspondem a diferentes necessidades técnicas — escolher o certo pode poupar muitos problemas.
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OnchainDetectiveBing
· 2025-12-11 14:04
A explicação foi bastante profissional e adequada
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ChainDoctor
· 2025-12-09 20:29
O nó é, na verdade, o ponto vital.
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HashRateHustler
· 2025-12-08 17:59
A explicação sobre a classificação está mesmo muito detalhada.
Vamos falar sobre as três capacidades de acesso dos nós RPC.
A mais básica é a interface padrão JSON-RPC, que lida com consultas, envio de transações e recolha de dados de blocos — operações do dia a dia que são suficientes para a maioria dos cenários.
O nível seguinte são as ligações WebSockets, que permitem monitorizar em tempo real a dinâmica do mempool, subscrever eventos on-chain e acompanhar alterações nos logs de contratos. Para quem desenvolve bots de trading ou sistemas de monitorização, esta capacidade é praticamente indispensável.
O nível mais avançado são as APIs de tracing e debugging, direcionadas sobretudo para programadores que precisam de analisar em profundidade o percurso de execução das transações ou investigar problemas em contratos. Estes três níveis correspondem a diferentes necessidades técnicas — escolher o certo pode poupar muitos problemas.