A verdadeira vantagem competitiva não está em se esforçar mais na pista existente, mas em sair da imitação e da competição, encontrar seu próprio lugar e ampliar o efeito de juros compostos através do julgamento sobre “pessoas” e “planejamento de longo prazo”.


Primeiro: não vencer no jogo dos outros, mas escolher não jogar aquela partida. Entrar na competição equivale a ser definido pelo adversário, quanto mais esforço, mais homogêneo, e o valor final será comprimido.
Segundo: estar atento ao “desejo de imitação”, muitos objetivos na verdade não são seus. O que você deseja, provavelmente, é apenas porque os outros também querem, julgamento independente é mais escasso do que esforço.
Terceiro: a pista não é importante, o que importa é estar nela ou não. Dentro da pista, compete-se por eficiência; fora da pista, compete-se por escassez, o verdadeiro valor só existe em posições não consensuais.
Quarto: observar as pessoas é mais importante do que observar os assuntos. Os assuntos podem expirar, as pessoas podem crescer, apostar em alguém que evolui continuamente é mais benéfico para o efeito de juros compostos do que apostar na tendência.
Quinto: um mestre não resolve problemas, mas cria o ambiente. Não controla todo o processo, apenas coloca as pessoas-chave e variáveis importantes em posições estratégicas, deixando o sistema evoluir naturalmente.
Sexto: o verdadeiro longo prazo é usar o hoje para pavimentar os próximos dez passos no futuro.
Não é sobre persistir por quanto tempo, mas se cada passo serve a uma estrutura maior e ao objetivo final.
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