Pegamos a venda de açúcar na quinta-feira - tanto os contratos de Nova York quanto os de Londres sofreram quedas à medida que o índice do dólar disparou para máximas de 3,5 semanas. Essa força do DXY tende a esmagar os preços das commodities em geral, e os futuros de açúcar não foram exceção. O fechamento de março em Nova York caiu 0,71%, enquanto o açúcar branco ICE de Londres caiu 1,13%. A recuperação inicial que vimos na quarta-feira, devido às preocupações com a produção no Brasil, simplesmente não conseguiu se sustentar. Os dados da Unica mostraram que a produção do Centro-Sul caiu 36% em relação ao ano anterior no final de janeiro, mas aqui está o ponto - a pressão real vem da perspectiva de oferta. Vários prognosticadores agora estão prevendo excedentes globais massivos. Czarnikow espera um superávit de 3,4 milhões de toneladas métricas em 2026/27, e o USDA está projetando uma produção global recorde de 189,3 milhões de toneladas métricas para 2025/26. A Índia está produzindo 15,9 milhões de toneladas métricas até meados de janeiro, um aumento de 22% em relação ao ano anterior, e o governo deles acaba de aprovar mais 500 mil toneladas para exportação. Tailândia também está aumentando a produção. Portanto, mesmo que o Brasil possa enfrentar alguma escassez em 2026/27, o cenário de curto prazo parece superestimado. Isso está pesando no sentimento no momento.

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