Sinceramente, não espere até o final do ano para pensar na questão fiscal, no ano passado quase desabei por causa dos meus registros de negociação... Agora, de forma simples e direta: toda vez que fizer uma entrada ou saída de dinheiro, trocar moedas ou transferir na blockchain, deixe um “pacote de evidências” (captura de tela + hash da transação + observação na hora), não precisa ser perfeito, mas deve ser possível rastrear. Para mim, o verdadeiro “sinal” não é se ganhei ou perdi hoje, mas se consigo explicar claramente cada operação daqui a dois meses: de onde veio, para onde foi, se é uma transação. A recente discussão sobre as taxas de royalties de NFT também mostra bem o problema, ao mudar as regras no mercado secundário, a lógica do fluxo fica confusa, e no final quem mais sofre é quem faz a contabilidade... De qualquer forma, prefiro fazer duas transações a menos do que ficar de cabeça quente olhando para uma pilha de endereços no final do ano.

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