Agora, gerenciar carteiras multi-chain é um pouco como arrumar um monte de carregadores: quanto mais cabos, mais embaraçados ficam, mesmo que todos possam ser usados, você nunca consegue lembrar qual é de quem. Depois, decidi estabelecer uma “regra de conexão” — a carteira principal fica só com os fundos de longo prazo, as carteiras de uso diário são como cabos descartáveis, usados e depois apagados, e as pontes entre cadeias também ficam só com uma ou duas que uso com frequência, para não ficar testando novas conexões por aí.



A fragmentação de ativos não é o que mais incomoda, não é perder dinheiro, mas sim abrir várias cadeias e ver os saldos, o psicológico já desaba… Eu fixo um dia na semana para consolidar tudo em uma “gaveta” e também revisar as autorizações. Recentemente, o grupo está discutindo rumores sobre fiscalização de stablecoins, auditoria de reservas, desvinculação de âncora, quanto mais eles falam, mais fico ansioso. Para ser honesto, também não quero apostar em notícias, então divido as stablecoins em duas categorias, o restante que precisa ser colocado na cadeia, coloco, e não acumulo tudo em um canto só. Por enquanto, assim está bom, pelo menos não fica uma bagunça.
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