Recentemente, estou revisando LST e o conjunto de recompra, na verdade, os lucros se resumem a duas partes: uma é a inflação/taxas da própria cadeia, e a outra é alguém disposto a pagar por “compartilhar segurança” (não importa se é subsídio do protocolo ou o próprio projeto pagando). A primeira ainda dá para calcular, a segunda é mais parecida com emoções e orçamento, quando está quente todo mundo acha razoável, quando fica frio é fácil ser chamado de “cascata”.



O risco também é bem direto: os ativos em staking já têm ciclos de punição/desvinculação, e acrescentar uma camada é como empilhar liquidez e responsabilidade, quando há vulnerabilidades no contrato, erros na operação, ou até mudanças nas regras, querer sair na hora pode nem ser possível. O que me arrependo não é do resultado, mas de ter escrito as condições de saída tão “otimistas” na época, só por aquele pouco de lucro a mais.

De qualquer forma, agora, ao ver os lucros acumulados, sempre pergunto: quem está pagando essa conta, o que sobra se o dinheiro parar de sair? Só posso falar isso se conseguir responder claramente, por enquanto é assim.
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