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Tenho investigado a distribuição de riqueza entre as pessoas mais ricas dos EUA, e honestamente é bastante impressionante como ela se tornou tão concentrada. Estamos falando de aproximadamente 800 bilionários nos Estados Unidos que, coletivamente, possuem cerca de 6 trilhões de dólares em ativos—basicamente um quinto de todo o PIB. Mas o que realmente chama atenção é o seguinte: apenas 10 pessoas comandam pelo menos $100 bilhões cada, e a diferença entre elas e todos os demais é absolutamente insana.
Elon Musk está no topo com cerca de $200 bilhões, embora sua riqueza varie bastante porque muita dela está atrelada às ações da Tesla. Um dia ele está com $20 bilhões a mais, no outro dia com $15 bilhões a menos, dependendo do sentimento do mercado. Jeff Bezos está logo ali competindo pelo primeiro lugar com aproximadamente $195 bilhões, principalmente de Amazon e AWS. Depois vem Mark Zuckerberg com cerca de $180 bilhões da Meta, Larry Ellison com $140 bilhões da Oracle, e Warren Buffett com $133 bilhões através do vasto portfólio de investimentos da Berkshire Hathaway.
O que é interessante é como os caminhos deles são tão diferentes. Alguns, como Musk e Bezos, são nomes conhecidos por todos—todo mundo sabe o que eles fazem. Mas aí temos Larry Ellison ou os fundadores do Google, Larry Page e Sergey Brin, cada um com cerca de 110-114 bilhões de dólares, que são muito menos famosos apesar de serem igualmente ricos. Isso acontece porque empresas de infraestrutura como Oracle e Google operam nos bastidores. A maioria das pessoas não percebe que a tecnologia que alimenta toda a sua vida digital vem dessas empresas.
Bill Gates e Steve Ballmer fizeram suas fortunas na Microsoft, com cerca de ( e ) bilhões, respectivamente. Gates basicamente democratizou os computadores pessoais. Depois tem Jensen Huang, da NVIDIA, com $130 bilhões—ele é a mais nova adição a esse clube de ultra-ricos, mas sua riqueza explodiu recentemente graças ao boom de IA que impulsionou a demanda por chips especializados.
O padrão é claro: os mais ricos dos EUA quase que inteiramente vêm do setor de tecnologia. Nos últimos 20+ anos, a criação de riqueza tem sido dominada por software, hardware e infraestrutura digital. Você não vê mais barões da manufatura ou magnatas do petróleo nessa lista. Agora tudo se resume a dados, poder de computação e redes digitais.
O que mais me impressiona é como esses 10 indivíduos valem mais do que o PIB de países inteiros. A concentração de riqueza está em níveis históricos, e ela continua acelerando. Se isso é bom ou ruim é uma discussão separada, mas os números não mentem.