Recentemente, minhas carteiras estão ficando cada vez mais cheias, as blockchains também estão cada vez mais dispersas, os ativos parecem um quebra-cabeça espalhado pelo chão, e procurar por eles é bem chato. Meu método burro é: colocar apenas os fundos de longo prazo na carteira principal, como uma base de vidro; as outras blockchains servem como carteiras temporárias, usadas e depois limpo o saldo, revogo permissões, senão um dia esqueço que tenho uma cauda pequena. Além disso, etiqueto cada endereço e faço um “mapa de ativos” (apenas algumas linhas de observação: em qual blockchain, para que serve, se há bloqueio de tokens), não confie só na cabeça.



Nestes dias, também vi discussões sobre expectativa de redução de juros, o índice do dólar e ativos de risco reagindo de forma imprevisível, dizendo de forma simples, quanto mais isso acontecer, menos quero ficar trocando entre dez blockchains, usar pontes de um lado para o outro faz a cabeça desabar. De qualquer forma, primeiro vou consolidar os acessos, a fragmentação fica como está, pelo menos para não ficar tudo bagunçado.
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