Recentemente, tenho ficado um pouco frustrado com as complicações das carteiras multi-chain: ativos dispersos em várias cadeias e vários endereços, mesmo com um volume não muito grande, fica parecendo um jogo de encontrar as diferenças ao clicar de um lado para o outro... Agora, estou sendo mais direto: uma "carteira principal" só para posições de longo prazo, quase não assino contratos desconhecidos; uma "carteira de ação" dedicada a interações, coleta de airdrops e novos protocolos; e ainda deixo uma "carteira de entrada e saída" separada, para quando houver notícias de aumento de impostos ou restrições regulatórias em certas regiões, minha expectativa muda, e o fluxo de fundos fica mais frequente, o isolamento dos endereços pelo menos evita que, ao ficar nervoso, exponha meu endereço principal para um monte de contratos desconhecidos.



O maior medo da fragmentação na verdade não é esquecer, mas esquecer qual endereço ainda tem autorização ou qual cadeia ainda tem gas sobrando. Estou acostumado a gastar 10 minutos por semana verificando saldo, autorizações e limites de liquidação (se houver empréstimos), anotando tudo numa linha, e de vez em quando fechando autorizações que não uso mais, para evitar que, algum dia, sejam cobrados de forma inexplicável. De qualquer forma, não busco uma gestão "elegante", só quero evitar confusão. Até a próxima conversa.
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