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Recentemente, ao estudar o funcionamento das exchanges, descobri que o papel do market maker é realmente muito interessante. Esta coisa não é propriamente um conceito novo; há centenas de anos, na Bolsa de Londres, já havia pessoas a fazer isso. No século XVIII, as pessoas começaram a fazer cotações de compra e venda bilaterais na bolsa, fornecendo liquidez ao mercado. Os diferentes locais também têm nomes diferentes para os market makers: na NYSE chamam-nos de Specialist, enquanto na HKEX chamam-nos de formadores de mercado ou de "market makers".
Mas afinal, como é que os market makers ganham dinheiro? Basicamente, dependem do spread entre o preço de compra e o de venda. Os market makers colocam simultaneamente ordens de compra e venda na plataforma de negociação, lucrando com a diferença entre esses preços. Por exemplo, para um determinado ativo, um market maker pode cotar 99 para compra e 101 para venda, lucrando 2 unidades por cada transação. Parece simples, mas na prática é muito mais complexo.
Os market makers precisam colocar uma grande quantidade de ordens de compra e venda em diferentes níveis de preço, para aumentar a profundidade do livro de ordens e melhorar a liquidez do mercado. Devem estar sempre atentos às movimentações do mercado, ajustando rapidamente as cotações e o volume de ordens conforme as mudanças de preço. Um bom market maker consegue manter o spread muito pequeno, proporcionando uma experiência de negociação extremamente fluida. É por isso que muitas exchanges de grande porte oferecem interfaces de negociação dedicadas aos market makers, facilitando a execução de estratégias de market making de alta frequência.
Quem pode atuar como market maker? Pode ser uma grande instituição financeira ou um trader individual; algumas exchanges até participam diretamente no market making. No sistema financeiro moderno, a maior parte do trabalho de market making nas principais exchanges é realizada por grandes instituições.
Quando um novo token é lançado, geralmente o projeto colabora com market makers. Estes fornecem liquidez e suporte ao mercado, ajudando a estabelecer um ambiente de negociação estável e facilitando a descoberta de preços. Essa parceria normalmente inclui definição de preço de abertura, suporte de liquidez e manutenção do livro de ordens. A estrutura de custos pode envolver uma taxa fixa mais opções de tokens ou bônus de desempenho.
Por outro lado, os market makers também enfrentam riscos. Quando o mercado é altamente volátil, suas cotações podem se tornar desfavoráveis rapidamente. Se o preço se mover além do seu limite de ordens, podem acabar negociando a um preço com prejuízo. A falta de liquidez também é perigosa: em momentos de alta volatilidade, a liquidez do mercado pode desaparecer rapidamente, impedindo que o market maker compre ou venda ativos ao preço esperado. Além disso, há o risco de assimetria de informação: se o seu contraparte tiver informações privilegiadas que você desconhece, pode acabar sendo "levado". Um exemplo extremo foi a forte volatilidade do LUNA, que deixou muitos market makers com perdas severas.
No setor de criptomoedas, há alguns market makers de destaque que merecem atenção. Jump Trading é uma empresa veterana, fundada em 1999, com vasta experiência no mercado financeiro tradicional, que rapidamente entrou no setor de criptomoedas, sendo reconhecida pela velocidade e precisão de seus sistemas de negociação. Wintermute, mais jovem, fundada em 2017, cresceu rapidamente, destacando-se pelos algoritmos avançados e ampla rede de parcerias. GSR Markets, ativo desde 2013, é especializado em soluções de negociação complexas. E a DWF Labs, fundada em junho de 2022, afirma ser uma das principais market makers de criptomoedas do mundo, com um estilo próprio, além de participar de investimentos em projetos como MASK, YGG, TON, entre outros.
Em resumo, os market makers desempenham um papel fundamental nos mercados de negociação modernos, influenciando diretamente a liquidez e a experiência de negociação. Compreender a lógica de funcionamento dos market makers é essencial para entender profundamente o ecossistema das exchanges.