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GPU para mineração de criptomoedas: classificação das melhores placas gráficas em 2026
O mercado de placas gráficas para mineração está em constante evolução, oferecendo aos mineiros soluções cada vez mais potentes e eficientes. A equipa editorial analisou as soluções GPU atuais para destacar os modelos mais promissores para diferentes categorias de mineiros. Vamos entender em que placas gráficas para mineração vale a pena investir em 2026, qual o seu custo e principais diferenças.
Nova geração: NVIDIA RTX 50 e AMD RDNA 4
A série NVIDIA RTX 50 e a linha AMD RDNA 4 representam o último avanço na evolução do hardware GPU para mineração de criptomoedas. Estes modelos topo de gama demonstram um aumento significativo de desempenho e eficiência energética em relação aos predecessores.
Modelos topo de gama NVIDIA RTX 5090 e RTX 5080
RTX 5090: máxima potência
A placa gráfica RTX 5090 da NVIDIA é o topo da linha RTX 50. Com 32 GB de memória GDDR7 e interface de 512 bits, oferece taxas de hash impressionantes: até 216 MH/s na Ethereum Classic e 2,0 GH/s na Kaspa. O consumo real é de cerca de 570–575 W, exigindo uma fonte de alimentação potente e sistema de refrigeração eficiente.
Vantagens: desempenho incomparável, grande capacidade de memória, operação estável em todos os algoritmos. Desvantagens: consumo extremo de energia, custo elevado, necessidade de refrigeração de alta qualidade.
RTX 5080: escolha equilibrada
A RTX 5080 oferece uma entrada mais acessível na nova geração de placas para mineração. Com 16 GB de memória GDDR7 e um hashrate de 130 MH/s na ETC, apresenta um bom equilíbrio entre desempenho e consumo energético (355–360 W).
Vantagens: relação preço/desempenho otimizada, consumo moderado, versatilidade. Desvantagens: hashrate inferior ao topo de gama, requer refrigeração adequada.
Soluções AMD RX 9070: equilíbrio entre desempenho e economia
A linha AMD RX 9070 baseada na arquitetura RDNA 4 permite aos mineiros escolherem o perfil ideal conforme prioridades.
RX 9070 XT: abordagem agressiva
Este modelo gera 215 MH/s na Ethereum Classic com consumo de 300–304 W. O alto hashrate aliado a um consumo razoável faz do RX 9070 XT uma escolha popular entre mineiros experientes.
Vantagens: excelente relação preço/desempenho, altas taxas de hash em algoritmos pesados, eficiência energética. Desvantagens: necessita de refrigeração eficiente, maior que modelos mais económicos.
RX 9070: economia conservadora
O RX 9070 (sem XT) consome apenas 215–220 W com um hashrate de 180 MH/s na ETC. Ideal para instalações domésticas e mineiros que priorizam economia de energia.
Vantagens: consumo mínimo, preço acessível, adequado para pequenas operações. Desvantagens: menor hashrate, potencial limitado para overclock extremo.
Modelos comprovados de gerações anteriores
As placas de 2022–2023 continuam relevantes, especialmente no mercado de segunda mão. São confiáveis e os preços baixaram bastante.
NVIDIA RTX 4090 e RTX 4070 Ti
RTX 4090: topo de gama da geração RTX 40, com 24 GB de memória e interface de 384 bits, apresenta resultados excelentes: 127 MH/s na ETC e 5 GH/s no Bitcoin. Consumo de energia entre 440–450 W. Preço no mercado de segunda mão caiu para cerca de $1200–1500.
RTX 4070 Ti: mais económica (consumo de 280–285 W), com 12 GB de memória, produz cerca de 65 MH/s na ETC. Preço usado por volta de $500, atraente para iniciantes.
AMD RX 7900 XTX e RX 6800 XT
RX 7900 XTX: topo de gama AMD com 24 GB de memória na arquitetura RDNA 3, oferece 101 MH/s na ETC com consumo de 345–355 W. Preço no mercado secundário: $600–700.
RX 6800 XT: mais antiga, mas confiável, com 16 GB de memória, consumo de 290–300 W, e um hashrate de 65 MH/s na ETC. Preço usado: $300–350.
Opções económicas
NVIDIA RTX 3060 Ti: 8 GB, consumo de 190–200 W, 60 MH/s na ETC. Preço usado: $200–250. Ótima para iniciantes.
AMD RX 6600 XT: consumo de 155–160 W, preço usado de $150–170, nova cerca de $200.
Cálculo de rentabilidade: ferramentas e metodologia
A viabilidade financeira do mining depende de várias variáveis. A plataforma Whattomine permite calcular o ROI exato, considerando as especificações da placa, algoritmo escolhido e tarifas locais de eletricidade.
Processo de cálculo:
O NiceHash oferece um calculador alternativo de lucros, permitindo comparar a rentabilidade de diferentes modelos de GPU em tempo real.
Rendimento das placas gráficas: fórmula de lucro
Rendimento mensal = (Hashrate × Recompensa por bloco / Dificuldade da rede) − (Consumo de energia × Preço da eletricidade)
Esta fórmula mostra que até uma placa potente pode tornar-se não rentável em regiões com tarifas elevadas de eletricidade. Plataformas como Whattomine automatizam esses cálculos, exibindo as criptomoedas mais lucrativas para o seu hardware.
Fundamentos do GPU mining
Mining com GPU é o processo de resolver tarefas criptográficas usando a capacidade de processamento da placa gráfica. Ao resolver com sucesso essas tarefas, o minerador recebe recompensas em criptomoedas.
Formas de organização
Mining solo: executar mineração numa única GPU, sem equipamento adicional. Pode ser suficiente para minerar certas moedas.
RIG: agrupamento de várias placas gráficas numa única estrutura para aumentar a potência total.
Fábrica de mineração: instalação de múltiplos rigs em um espaço comum, com infraestrutura de refrigeração e energia.
Solo ou pool?
Pode-se minerar sozinho ou juntar-se a um pool de mineração, combinando recursos com outros mineiros. O pool garante fluxo mais estável de rendimentos, embora cobre comissão.
Software necessário
Para minerar, é preciso software especializado como Bitminer ou BFGMiner, que conecta a GPU à rede de criptomoedas. As moedas obtidas devem ser transferidas para uma carteira digital, que deve ser criada previamente.
Mudanças globais após a migração do Ethereum para PoS
Em 2022, o Ethereum mudou do algoritmo Proof-of-Work (PoW) para Proof-of-Stake (PoS), eliminando a principal fonte de rendimento dos mineiros. Essa mudança provocou uma grande reestruturação no mercado de GPUs para mineração.
Segundo especialistas, muitos mineiros migraram para redes alternativas: Ethereum Classic (ETC), Ravencoin (RVN), Beam (BEAM) e Ergo (ERG). Contudo, o aumento de mineiros elevou a dificuldade dessas redes e reduziu a rentabilidade individual.
Como consequência, o tempo de retorno das placas aumentou significativamente, chegando a mais de 7–8 anos para modelos antigos. No final de 2022, o mercado secundário estava saturado de GPUs usadas, muitas desligadas por não serem rentáveis.
Especialistas alertam que, após a saída do Ethereum, as moedas mais lucrativas mudaram, e placas com algoritmos Ethash tornaram-se menos relevantes. Agora, o que conta é a potência de processamento do chip, mais do que a arquitetura de memória.
Vantagens do GPU mining
Desvantagens do GPU mining
Onde comprar placas gráficas para mineração
Equipamento novo
Vantagens: garantia do fabricante, proteção contra defeitos, máximo desempenho.
Desvantagens: preço elevado, retorno de investimento mais longo.
Placas novas estão disponíveis em distribuidores oficiais e grandes lojas de eletrónica. Podem ocorrer atrasos na entrega de modelos recentes.
Equipamento usado
Vantagens: preço mais baixo, possibilidade de montar um rig completo com orçamento reduzido, retorno rápido.
Desvantagens: sem garantia, risco de avarias ocultas.
Placas usadas podem ser adquiridas em sites de anúncios (Avito), marketplaces (Ozon) e fóruns especializados. Recomenda-se verificar o funcionamento antes de comprar.
Alternativas ao GPU mining
ASIC miners: dispositivos especializados com potência até 10 vezes maior, mas com preço 20+ vezes superior. Indicados para grandes fazendas profissionais.
CPU mining: mineração com processador de PC. Pouco eficiente na maioria dos algoritmos, mas usado em criptomoedas específicas.
Criptomoedas mineradas com GPU
Com GPU, é possível minerar: Bitcoin (via NiceHash), Ethereum Classic, Ravencoin, Kaspa, Dogecoin e muitas outras altcoins.
Perguntas frequentes
O que é GPU mining?
Processo de mineração de criptomoedas resolvendo tarefas de rede usando a capacidade de processamento da GPU.
Qual o hashrate considerado bom?
Depende do algoritmo. Para Ethereum Classic, placas atuais oferecem de 30 a 216 MH/s.
Quanto tempo leva para recuperar o investimento na placa?
Depende do preço, consumo energético e tarifas locais. Em média, entre 2 a 12 meses.
Devo fazer overclock na placa?
Sim, aumenta frequências de núcleo e memória, melhorando o hashrate em 5–15%. Requer experiência e pode reduzir a vida útil.
Qual a temperatura ideal durante o mining?
Entre 60°C e 75°C. Acima de 80°C, recomenda-se melhorar a refrigeração.
Mining em 2026 é rentável?
Depende de três fatores: preço do hardware, consumo energético e valor atual das criptomoedas. Use o Whattomine para cálculo preciso.