Desculpas são correntes invisíveis. Você não as vê, mas elas te prendem de qualquer forma. Cada “não posso”, cada “talvez mais tarde”, cada “não é o momento certo”, é você amarrando as próprias mãos. Liberdade? Ela vem quando você para de falar e começa a agir. Quebre as correntes. Mexa-se. Vença.
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Desculpas são correntes invisíveis.
Você não as vê, mas elas te prendem de qualquer forma.
Cada “não posso”, cada “talvez mais tarde”, cada “não é o momento certo”, é você amarrando as próprias mãos.
Liberdade?
Ela vem quando você para de falar e começa a agir.
Quebre as correntes.
Mexa-se.
Vença.