Quando Charlie Munger apresentou Warren Buffett ao conceito de comprar empresas de qualidade a preços razoáveis, em 1965, ele deu início a uma filosofia que geraria retornos superiores ao mercado durante décadas. Avançando para 2008: Munger identificou uma oportunidade emergente no mercado de veículos elétricos que, no final, entregaria mais de 2.000% de retorno. A empresa não era a Tesla, que naquele ano acabava de lançar seu Roadster chamativo. Em vez disso, era a BYD, uma fabricante chinesa cuja abordagem às ações de baterias de EVs e à produção de veículos revolucionaria silenciosamente a indústria. Hoje, com a BYD negociando a apenas 18 vezes o lucro futuro e crescendo muito mais rápido do que os concorrentes tradicionais, a questão não é se essa ação de baterias de EVs pertence ao seu portfólio—é se você pode se dar ao luxo de esperar.
A História por Trás de uma Aposta de 230 Milhões de Dólares em Ações de Baterias de EVs
O investimento da Berkshire Hathaway na BYD em 2008 representa uma das decisões mais perspicazes do investimento moderno. Buffett investiu 230 milhões de dólares para adquirir cerca de 10% da empresa, quando poucos investidores ocidentais entendiam o que a BYD estava construindo. Enquanto o mercado ficava fascinado pelo Roadster elegante da Tesla, posicionando-se como um veículo de luxo, a BYD estava silenciosamente desenvolvendo algo mais ambicioso: veículos elétricos econômicos e de mercado de massa. A diferença não poderia ser mais clara. A Tesla buscava o segmento de alta gama; a BYD tinha como alvo o transporte acessível.
Essa divergência estratégica revela por que ações de baterias de EVs como a BYD acabariam dominando. A fabricante chinesa não começou como uma montadora de carros—começou como uma fabricante de baterias, acumulando expertise na redução de custos por meio de integração vertical. Controlando toda a cadeia de suprimentos, desde a mineração de lítio até a fabricação de componentes, a BYD desenvolveu uma barreira competitiva extraordinária. Isso não era apenas estratégia de negócios; era sobrevivência. A empresa trouxe a tecnologia de baterias para dentro de casa, fabricou máquinas-chave de forma independente e reinvestiu lucros em P&D. Esse ciclo de custos baixos, que possibilitava conquistas de clientes, alimentava investimentos em tecnologia e atraía mais clientes, mostrou-se imbatível.
Quando a BYD finalmente entrou na fabricação de veículos em 2003, por meio de uma aquisição de uma pequena montadora, integrou sua expertise em baterias e elétrica de forma fluida. O e6, lançado como um compacto de cinco portas acessível, encarnava essa filosofia: veículos elétricos de alta qualidade sem preços premium. O resultado foi um investimento que cresceu quase 10 vezes em valor, mesmo Buffett reduzindo sua participação para cerca de 4,4%—ainda valendo 2,4 bilhões de dólares no início de 2026.
A Ação de Baterias de EVs que Sobreviveu ao Vale da Morte—E Prosperou
A maioria das ações de baterias de EVs enfrentou desafios existenciais na década de 2010. A BYD não foi exceção. A canibalização de suas vendas de veículos tradicionais pelos modelos elétricos, combinada com uma competição global feroz, quase levou a empresa à falência no final dos anos 2010. É aqui que a maioria dos investidores teria abandonado o barco. A Berkshire, não.
O ponto de virada chegou em 2020 com o lançamento da bateria de lâmina da BYD—um design revolucionário de célula que oferece maior segurança, maior autonomia, maior durabilidade e maior densidade de potência. De repente, a BYD pôde fabricar EVs com capacidades de desempenho que rivalizavam os concorrentes premium, mantendo preços em torno de 20.000 e 12.000 dólares. Esses não são apenas preços competitivos; são preços que dominam o mercado.
O foco incessante da empresa no controle de custos por meio de integração vertical, especialmente suas estratégias como a aquisição de direitos de mineração de lítio no Brasil em 2023, continua reforçando suas vantagens competitivas. Além do hardware, a BYD desenvolveu seu próprio sistema avançado de assistência ao condutor, chamado “Olho de Deus”, agora buscando a classificação SAE Nível 4 de condução autônoma para modelos premium—tudo incluído sem custo adicional. Essa estratégia de pacote é transformadora: você está adquirindo ações de baterias de EVs com capacidades autônomas de nível superior, a preços de mercado de massa.
De Jogador de Nicho a Líder Global em Baterias de EV: Domínio de Mercado Emergente
Os números contam a história. No primeiro trimestre de 2025, a BYD reportou mais de 1 milhão de vendas totais de veículos, com 416.000 veículos totalmente elétricos a bateria—um aumento de 39% em relação ao ano anterior. A Tesla, por sua vez, vendeu 336.000 veículos no mesmo período, uma queda de 13% em relação ao ano anterior. No início de 2026, analistas de mercado como a Counterpoint Research confirmaram o que parecia impensável há um ano: a BYD ultrapassaria a Tesla em vendas anuais de veículos elétricos, capturando uma fatia estimada de 15,7% do mercado global de EVs contra 15,3% da Tesla.
Isso não é uma alta temporária. Reflete vantagens estruturais. A lucratividade da BYD espelha a da Tesla, com uma margem operacional de 7% em 2024, embora a empresa seja muito mais jovem em sua jornada de EVs. Mais impressionante ainda, a gestão projetou um crescimento de lucros no primeiro trimestre entre 85% e 118%—um contraste marcante com a previsão de queda de 4% nos lucros da Tesla no mesmo período. Para investidores buscando ações de baterias de EVs posicionadas para capturar anos de crescimento lucrativo, essa diferença de desempenho é relevante.
A avaliação também é atraente. Negociando a aproximadamente 18 vezes o lucro futuro, a BYD oferece crescimento a uma fração dos múltiplos históricos de fabricantes de automóveis de alto desempenho. Isso é especialmente notável para uma fabricante que produz mais volume que a Tesla, mantendo margens comparáveis ou superiores.
Por Que Ações de Baterias de EVs Como a BYD Representam a Próxima Onda de Investimento
A tese fundamental permanece intacta: a transição para veículos elétricos está acelerando, e os vencedores serão as empresas capazes de produzir EVs com lucro em escala. A BYD atende a todos os critérios. Seu modelo de integração vertical, talento em engenharia, expertise em baterias e disciplina obsessiva de custos criam uma barreira que se amplia a cada trimestre. A empresa não está apenas competindo pelo preço—ela está redefinindo o que é possível nesse preço.
Para gestores de portfólio e investidores individuais, a justificativa para incluir ações de baterias de EVs na carteira continua forte em 2026. Embora o investimento original de Buffett tenha entregado retornos extraordinários, a avaliação atual e a trajetória de crescimento sugerem que a história está longe de acabar. A questão que os investidores devem fazer não é se a BYD pertence a um portfólio diversificado—é quanto de exposição à revolução das ações de baterias de EVs faz sentido para seu horizonte de investimento e tolerância ao risco.
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Como a ação de baterias de veículos elétricos de Buffett transformou $230 milhões em $2,4 bilhões — E por que ainda não é tarde para investir em 2026
Quando Charlie Munger apresentou Warren Buffett ao conceito de comprar empresas de qualidade a preços razoáveis, em 1965, ele deu início a uma filosofia que geraria retornos superiores ao mercado durante décadas. Avançando para 2008: Munger identificou uma oportunidade emergente no mercado de veículos elétricos que, no final, entregaria mais de 2.000% de retorno. A empresa não era a Tesla, que naquele ano acabava de lançar seu Roadster chamativo. Em vez disso, era a BYD, uma fabricante chinesa cuja abordagem às ações de baterias de EVs e à produção de veículos revolucionaria silenciosamente a indústria. Hoje, com a BYD negociando a apenas 18 vezes o lucro futuro e crescendo muito mais rápido do que os concorrentes tradicionais, a questão não é se essa ação de baterias de EVs pertence ao seu portfólio—é se você pode se dar ao luxo de esperar.
A História por Trás de uma Aposta de 230 Milhões de Dólares em Ações de Baterias de EVs
O investimento da Berkshire Hathaway na BYD em 2008 representa uma das decisões mais perspicazes do investimento moderno. Buffett investiu 230 milhões de dólares para adquirir cerca de 10% da empresa, quando poucos investidores ocidentais entendiam o que a BYD estava construindo. Enquanto o mercado ficava fascinado pelo Roadster elegante da Tesla, posicionando-se como um veículo de luxo, a BYD estava silenciosamente desenvolvendo algo mais ambicioso: veículos elétricos econômicos e de mercado de massa. A diferença não poderia ser mais clara. A Tesla buscava o segmento de alta gama; a BYD tinha como alvo o transporte acessível.
Essa divergência estratégica revela por que ações de baterias de EVs como a BYD acabariam dominando. A fabricante chinesa não começou como uma montadora de carros—começou como uma fabricante de baterias, acumulando expertise na redução de custos por meio de integração vertical. Controlando toda a cadeia de suprimentos, desde a mineração de lítio até a fabricação de componentes, a BYD desenvolveu uma barreira competitiva extraordinária. Isso não era apenas estratégia de negócios; era sobrevivência. A empresa trouxe a tecnologia de baterias para dentro de casa, fabricou máquinas-chave de forma independente e reinvestiu lucros em P&D. Esse ciclo de custos baixos, que possibilitava conquistas de clientes, alimentava investimentos em tecnologia e atraía mais clientes, mostrou-se imbatível.
Quando a BYD finalmente entrou na fabricação de veículos em 2003, por meio de uma aquisição de uma pequena montadora, integrou sua expertise em baterias e elétrica de forma fluida. O e6, lançado como um compacto de cinco portas acessível, encarnava essa filosofia: veículos elétricos de alta qualidade sem preços premium. O resultado foi um investimento que cresceu quase 10 vezes em valor, mesmo Buffett reduzindo sua participação para cerca de 4,4%—ainda valendo 2,4 bilhões de dólares no início de 2026.
A Ação de Baterias de EVs que Sobreviveu ao Vale da Morte—E Prosperou
A maioria das ações de baterias de EVs enfrentou desafios existenciais na década de 2010. A BYD não foi exceção. A canibalização de suas vendas de veículos tradicionais pelos modelos elétricos, combinada com uma competição global feroz, quase levou a empresa à falência no final dos anos 2010. É aqui que a maioria dos investidores teria abandonado o barco. A Berkshire, não.
O ponto de virada chegou em 2020 com o lançamento da bateria de lâmina da BYD—um design revolucionário de célula que oferece maior segurança, maior autonomia, maior durabilidade e maior densidade de potência. De repente, a BYD pôde fabricar EVs com capacidades de desempenho que rivalizavam os concorrentes premium, mantendo preços em torno de 20.000 e 12.000 dólares. Esses não são apenas preços competitivos; são preços que dominam o mercado.
O foco incessante da empresa no controle de custos por meio de integração vertical, especialmente suas estratégias como a aquisição de direitos de mineração de lítio no Brasil em 2023, continua reforçando suas vantagens competitivas. Além do hardware, a BYD desenvolveu seu próprio sistema avançado de assistência ao condutor, chamado “Olho de Deus”, agora buscando a classificação SAE Nível 4 de condução autônoma para modelos premium—tudo incluído sem custo adicional. Essa estratégia de pacote é transformadora: você está adquirindo ações de baterias de EVs com capacidades autônomas de nível superior, a preços de mercado de massa.
De Jogador de Nicho a Líder Global em Baterias de EV: Domínio de Mercado Emergente
Os números contam a história. No primeiro trimestre de 2025, a BYD reportou mais de 1 milhão de vendas totais de veículos, com 416.000 veículos totalmente elétricos a bateria—um aumento de 39% em relação ao ano anterior. A Tesla, por sua vez, vendeu 336.000 veículos no mesmo período, uma queda de 13% em relação ao ano anterior. No início de 2026, analistas de mercado como a Counterpoint Research confirmaram o que parecia impensável há um ano: a BYD ultrapassaria a Tesla em vendas anuais de veículos elétricos, capturando uma fatia estimada de 15,7% do mercado global de EVs contra 15,3% da Tesla.
Isso não é uma alta temporária. Reflete vantagens estruturais. A lucratividade da BYD espelha a da Tesla, com uma margem operacional de 7% em 2024, embora a empresa seja muito mais jovem em sua jornada de EVs. Mais impressionante ainda, a gestão projetou um crescimento de lucros no primeiro trimestre entre 85% e 118%—um contraste marcante com a previsão de queda de 4% nos lucros da Tesla no mesmo período. Para investidores buscando ações de baterias de EVs posicionadas para capturar anos de crescimento lucrativo, essa diferença de desempenho é relevante.
A avaliação também é atraente. Negociando a aproximadamente 18 vezes o lucro futuro, a BYD oferece crescimento a uma fração dos múltiplos históricos de fabricantes de automóveis de alto desempenho. Isso é especialmente notável para uma fabricante que produz mais volume que a Tesla, mantendo margens comparáveis ou superiores.
Por Que Ações de Baterias de EVs Como a BYD Representam a Próxima Onda de Investimento
A tese fundamental permanece intacta: a transição para veículos elétricos está acelerando, e os vencedores serão as empresas capazes de produzir EVs com lucro em escala. A BYD atende a todos os critérios. Seu modelo de integração vertical, talento em engenharia, expertise em baterias e disciplina obsessiva de custos criam uma barreira que se amplia a cada trimestre. A empresa não está apenas competindo pelo preço—ela está redefinindo o que é possível nesse preço.
Para gestores de portfólio e investidores individuais, a justificativa para incluir ações de baterias de EVs na carteira continua forte em 2026. Embora o investimento original de Buffett tenha entregado retornos extraordinários, a avaliação atual e a trajetória de crescimento sugerem que a história está longe de acabar. A questão que os investidores devem fazer não é se a BYD pertence a um portfólio diversificado—é quanto de exposição à revolução das ações de baterias de EVs faz sentido para seu horizonte de investimento e tolerância ao risco.