Uma grande disputa política está a desenrolar-se nos Estados Unidos enquanto a Casa Branca acolhe discussões de alto nível entre líderes do setor bancário tradicional e gigantes da indústria cripto. No centro do debate está uma questão crucial: os utilizadores devem poder ganhar juros sobre as suas stablecoins, ou essas recompensas devem ser restringidas para proteger o sistema bancário tradicional? De um lado, grandes bancos de Wall Street estão a defender limites rigorosos — ou até uma proibição total — dos programas de juros de stablecoins. A sua preocupação é que yields atraentes de cripto possam desencadear uma movimentação massiva de capitais para fora dos bancos, potencialmente levando a uma saída de depósitos avaliada em vários trilhões de dólares. Do seu ponto de vista, as recompensas de stablecoins ameaçam a estabilidade financeira e enfraquecem o sistema de empréstimos tradicional. Do outro lado, empresas cripto líderes como Coinbase e Ripple defendem veementemente as stablecoins que geram juros. Argumentam que oferecer retornos de 3,5% a 5% capacita os utilizadores, promove inclusão financeira e representa uma inovação saudável. Segundo a indústria, proibir essas recompensas desaceleraria o desenvolvimento do Web3 e empurraria a inovação para o exterior. A urgência está a aumentar, pois a administração dos EUA teria definido um prazo de 1 de março para alcançar um entendimento comum sob o quadro proposto pela Lei CLARITY. Este cronograma pressiona legisladores, reguladores, bancos e empresas cripto a encontrarem uma solução equilibrada que proteja os consumidores sem matar a inovação. Esta decisão pode redefinir como funciona a renda passiva na economia digital. Se as yields de stablecoins forem restringidas, muitos utilizadores podem perder o acesso a uma das ferramentas de rendimento mais seguras do cripto. Se forem permitidas, os bancos podem ser obrigados a competir de forma mais agressiva, melhorando os seus próprios produtos de poupança. De qualquer forma, o resultado irá moldar o futuro das finanças digitais. No seu núcleo, este debate trata de controlo versus inovação. Os governos devem priorizar a proteção das instituições financeiras tradicionais, ou devem apoiar os construtores que estão a criar novos sistemas financeiros? A resposta influenciará a forma como milhões de pessoas poupam, investem e ganham no Web3. 💬 Sua vez: Acha que as pessoas devem poder ganhar juros sobre stablecoins? Os governos devem proteger os bancos — ou capacitar os utilizadores e inovadores? Vamos discutir abaixo 👇
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repanzal
· 5h atrás
Obrigado por partilhar informações connosco. Ótimo trabalho
#WhiteHouseTalksStablecoinYields 🏛️ A Batalha Sobre Recompensas de Stablecoins em Washington 💰⚖️
Uma grande disputa política está a desenrolar-se nos Estados Unidos enquanto a Casa Branca acolhe discussões de alto nível entre líderes do setor bancário tradicional e gigantes da indústria cripto. No centro do debate está uma questão crucial: os utilizadores devem poder ganhar juros sobre as suas stablecoins, ou essas recompensas devem ser restringidas para proteger o sistema bancário tradicional?
De um lado, grandes bancos de Wall Street estão a defender limites rigorosos — ou até uma proibição total — dos programas de juros de stablecoins. A sua preocupação é que yields atraentes de cripto possam desencadear uma movimentação massiva de capitais para fora dos bancos, potencialmente levando a uma saída de depósitos avaliada em vários trilhões de dólares. Do seu ponto de vista, as recompensas de stablecoins ameaçam a estabilidade financeira e enfraquecem o sistema de empréstimos tradicional.
Do outro lado, empresas cripto líderes como Coinbase e Ripple defendem veementemente as stablecoins que geram juros. Argumentam que oferecer retornos de 3,5% a 5% capacita os utilizadores, promove inclusão financeira e representa uma inovação saudável. Segundo a indústria, proibir essas recompensas desaceleraria o desenvolvimento do Web3 e empurraria a inovação para o exterior.
A urgência está a aumentar, pois a administração dos EUA teria definido um prazo de 1 de março para alcançar um entendimento comum sob o quadro proposto pela Lei CLARITY. Este cronograma pressiona legisladores, reguladores, bancos e empresas cripto a encontrarem uma solução equilibrada que proteja os consumidores sem matar a inovação.
Esta decisão pode redefinir como funciona a renda passiva na economia digital. Se as yields de stablecoins forem restringidas, muitos utilizadores podem perder o acesso a uma das ferramentas de rendimento mais seguras do cripto. Se forem permitidas, os bancos podem ser obrigados a competir de forma mais agressiva, melhorando os seus próprios produtos de poupança. De qualquer forma, o resultado irá moldar o futuro das finanças digitais.
No seu núcleo, este debate trata de controlo versus inovação. Os governos devem priorizar a proteção das instituições financeiras tradicionais, ou devem apoiar os construtores que estão a criar novos sistemas financeiros? A resposta influenciará a forma como milhões de pessoas poupam, investem e ganham no Web3.
💬 Sua vez:
Acha que as pessoas devem poder ganhar juros sobre stablecoins?
Os governos devem proteger os bancos — ou capacitar os utilizadores e inovadores?
Vamos discutir abaixo 👇