Governo dos EUA em crise de paralisação, o verdadeiro nervosismo não é político, é o sentimento do mercado
“Vai haver mais uma paralisação do governo dos EUA?” Esta frase na Wall Street é quase um programa periódico. É repetida a cada certo tempo, mas a reação do mercado nem sempre é igual. Na essência, a paralisação do governo não é um cisne negro repentino, mas uma incerteza previsível. O verdadeiro nervosismo do mercado nunca é se vai ou não parar, mas — se a paralisação vai continuar, se vai transbordar para o setor financeiro. A experiência histórica mostra que a maioria das paralisações termina em compromisso, com impacto de longo prazo nos fundamentos econômicos limitado. Mas, a curto prazo, a volatilidade emocional e a diminuição da preferência por risco são quase inevitáveis. Por isso, quando a expectativa de paralisação aumenta, o capital costuma optar por “reduzir a exposição”. Do ponto de vista de negociação, esse tipo de evento funciona mais como um amplificador de emoções. Ele amplifica preocupações já existentes, como déficit fiscal, problemas de dívida, eficiência de políticas, e não cria riscos do nada. Portanto, minha atitude em relação a esses eventos é bem simples: Não entrar em pânico, não apostar em uma direção única, mas certamente reduzir a frequência de operações. Porque, na fase de notícias predominantes, a avaliação de direção muitas vezes é menos importante do que a gestão de posições. #美政府停摆危机
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Governo dos EUA em crise de paralisação, o verdadeiro nervosismo não é político, é o sentimento do mercado
“Vai haver mais uma paralisação do governo dos EUA?”
Esta frase na Wall Street é quase um programa periódico. É repetida a cada certo tempo, mas a reação do mercado nem sempre é igual.
Na essência, a paralisação do governo não é um cisne negro repentino, mas uma incerteza previsível. O verdadeiro nervosismo do mercado nunca é se vai ou não parar, mas — se a paralisação vai continuar, se vai transbordar para o setor financeiro.
A experiência histórica mostra que a maioria das paralisações termina em compromisso, com impacto de longo prazo nos fundamentos econômicos limitado. Mas, a curto prazo, a volatilidade emocional e a diminuição da preferência por risco são quase inevitáveis. Por isso, quando a expectativa de paralisação aumenta, o capital costuma optar por “reduzir a exposição”.
Do ponto de vista de negociação, esse tipo de evento funciona mais como um amplificador de emoções.
Ele amplifica preocupações já existentes, como déficit fiscal, problemas de dívida, eficiência de políticas, e não cria riscos do nada.
Portanto, minha atitude em relação a esses eventos é bem simples:
Não entrar em pânico, não apostar em uma direção única, mas certamente reduzir a frequência de operações.
Porque, na fase de notícias predominantes, a avaliação de direção muitas vezes é menos importante do que a gestão de posições.
#美政府停摆危机