A China está a reforçar significativamente o quadro legal para tecnologias de inteligência artificial semelhantes à humana. As orientações emitidas por Pequim impõem uma série de restrições aos provedores de serviços nesta área. Uma das exigências fundamentais é a interrupção dos sistemas a intervalos de duas horas desde a primeira utilização e a apresentação de informações abrangentes aos utilizadores. Os regulamentos também obrigam que a inteligência artificial contenha alertas sistemáticos contra confiança excessiva e esteja totalmente alinhada com o quadro ideológico do país.
A Administração do Ciberespaço da China continua a aguardar opiniões do público até 25 de janeiro sobre as regulamentações. As reações recebidas durante este período influenciarão a versão final.
Detalhes de Implementação e Obrigações Empresariais
No âmbito destas regulamentações de inteligência artificial na China, a responsabilidade das empresas é bastante ampla. É obrigatório realizar controlos de segurança independentes antes e depois de atingir determinados limiares de utilizadores. As autoridades de fiscalização a nível provincial devem monitorizar regularmente estes processos e apresentar relatórios. Os conjuntos de dados de treino devem estar em conformidade com os padrões técnicos nacionais; além disso, informações que possam questionar a autoridade do governo ou comprometer a estabilidade social devem ser estritamente excluídas dos sistemas.
Potenciais Ligações com os Mercados de Criptomoedas
Este quadro político tem potencial para influenciar economicamente os mercados de criptomoedas e liquidez. Particularmente, a conformidade com procedimentos de KYC (Reconhecimento de Cliente) e a maior integração das operações de inteligência artificial podem levar a alterações nos volumes de transação e na dinâmica do mercado. A expansão das regulamentações de inteligência artificial na China pode gerar efeitos cascata no setor de tecnologia financeira.
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Operações de Inteligência Artificial Agora Envolvem um Quadro Jurídico Mais Rigoroso: Novas Medidas da China
A China está a reforçar significativamente o quadro legal para tecnologias de inteligência artificial semelhantes à humana. As orientações emitidas por Pequim impõem uma série de restrições aos provedores de serviços nesta área. Uma das exigências fundamentais é a interrupção dos sistemas a intervalos de duas horas desde a primeira utilização e a apresentação de informações abrangentes aos utilizadores. Os regulamentos também obrigam que a inteligência artificial contenha alertas sistemáticos contra confiança excessiva e esteja totalmente alinhada com o quadro ideológico do país.
A Administração do Ciberespaço da China continua a aguardar opiniões do público até 25 de janeiro sobre as regulamentações. As reações recebidas durante este período influenciarão a versão final.
Detalhes de Implementação e Obrigações Empresariais
No âmbito destas regulamentações de inteligência artificial na China, a responsabilidade das empresas é bastante ampla. É obrigatório realizar controlos de segurança independentes antes e depois de atingir determinados limiares de utilizadores. As autoridades de fiscalização a nível provincial devem monitorizar regularmente estes processos e apresentar relatórios. Os conjuntos de dados de treino devem estar em conformidade com os padrões técnicos nacionais; além disso, informações que possam questionar a autoridade do governo ou comprometer a estabilidade social devem ser estritamente excluídas dos sistemas.
Potenciais Ligações com os Mercados de Criptomoedas
Este quadro político tem potencial para influenciar economicamente os mercados de criptomoedas e liquidez. Particularmente, a conformidade com procedimentos de KYC (Reconhecimento de Cliente) e a maior integração das operações de inteligência artificial podem levar a alterações nos volumes de transação e na dinâmica do mercado. A expansão das regulamentações de inteligência artificial na China pode gerar efeitos cascata no setor de tecnologia financeira.