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Como diferentes emissores de stablecoins abordam a luta contra atividades ilegais: dados da AMLBot
Análise de dados da AMLBot, especializada em monitorização de blockchains, revelou estratégias drasticamente diferentes dos maiores emissores de ativos digitais na prevenção de crimes. No período de 2023-2025, as entradas em contas relacionadas a operações ilegais receberam uma interpretação fundamentalmente distinta, dependendo de qual emissor controla determinado token.
Escala de ações: número e volumes
Os dados mostram uma assimetria marcante no nível de intervenção. Tether, emissor do USDT, colocou na lista negra 7 268 endereços de carteiras em diferentes blockchains, sendo a maior parte na rede Tron, onde mais de metade de todos os congelamentos (53%) estão concentrados. Ao mesmo tempo, Circle, emissor do USDC, aplicou medidas restritivas a 372 endereços.
Os números absolutos de ativos congelados reforçam ainda mais essa desigualdade. Segundo a AMLBot, o volume de USDT bloqueado atingiu cerca de 3,3 bilhões de dólares, enquanto o USDC foi congelado por aproximadamente 109 milhões de dólares. Isso significa que o Tether aplicou medidas restritivas a volumes 30 vezes maiores.
Coordenação com autoridades e metodologia
O relatório da AMLBot indica que mais de 2 800 casos de congelamentos de USDT foram coordenados diretamente com as autoridades americanas. O Tether demonstra uma postura ativa, frequentemente iniciando bloqueios nas fases iniciais de investigações, o que permite limitar o movimento adicional de fundos e proteger vítimas de fraudes, tráfico de pessoas e fraudes comerciais.
O Circle opta por uma abordagem mais conservadora. Este emissor reduz suas ações exclusivamente com base em ordens judiciais oficiais, requisitos regulatórios ou sanções oficiais. Essa abordagem implica um processo de desbloqueio mais longo — o USDC permanece congelado até obter permissão jurídica para seu retorno.
Característica principal: queima e reemissão de tokens
A diferença fundamental reside no fato de que o Tether, como emissor, tem a capacidade de queimar tokens congelados e emitir novos. Em vários casos, quando o USDT esteve ligado a atividades criminosas, os tokens foram definitivamente destruídos, e seu valor devolvido aos legítimos proprietários ou às autoridades governamentais por meio de reemissão. O Circle, por sua vez, recusa-se categoricamente a esse mecanismo, mantendo o token bloqueado até o desbloqueio efetivo.
Filosofia de controle e implicações legais
Analistas da AMLBot constatam que ambas as abordagens refletem conceitos fundamentalmente diferentes de controle centralizado. A postura ativa do Tether, embora tenha ajudado a desvendar grandes crimes e compensar vítimas nos últimos dois anos, levanta questões sobre o grau de controle que o emissor pode exercer sobre os ativos dos usuários.
O modelo do Circle, apesar de mais lento, é visto como aquele que oferece maior proteção jurídica aos usuários e menor risco de ações arbitrárias. Cada lado sacrifica algo: o Tether opta pela rapidez em troca de centralização, o Circle — pela segurança jurídica em troca de velocidade.
Conclusão: cruzamento entre tecnologia e aplicação da lei
O fenômeno demonstra que os stablecoins atuais operam na interseção entre arquitetura blockchain e mecanismos tradicionais de aplicação da lei. Cada emissor, independentemente de seu tamanho, escolhe seu próprio equilíbrio entre controle preventivo, segurança jurídica e transparência para os usuários. Os resultados da AMLBot indicam que, no setor de criptomoedas, não há uma solução universal — apenas compromissos que refletem os valores e o ambiente regulatório de cada emissor.