Imagine um cenário assim: você comprou uma conta de trading de alguém, e de repente o antigo proprietário aparece, apresenta o cartão de cidadão, informações de identificação real, e deixa claro que a conta é dele, exigindo que a plataforma redefina a senha de login e as permissões de retirada. Nesse momento, qual exchange de destaque deve confiar? Deve confiar na parte que consegue provar sua identidade ou na parte que só fala, sem apresentar provas?
Isso não é apenas uma questão teórica. A determinação da propriedade da conta está diretamente relacionada à segurança dos ativos do usuário. A plataforma deve priorizar confiar na parte que consegue fornecer uma autenticação de identidade completa — essa é a lógica básica de conformidade. Caso contrário, o risco de revenda de contas fica impossível de controlar.
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Imagine um cenário assim: você comprou uma conta de trading de alguém, e de repente o antigo proprietário aparece, apresenta o cartão de cidadão, informações de identificação real, e deixa claro que a conta é dele, exigindo que a plataforma redefina a senha de login e as permissões de retirada. Nesse momento, qual exchange de destaque deve confiar? Deve confiar na parte que consegue provar sua identidade ou na parte que só fala, sem apresentar provas?
Isso não é apenas uma questão teórica. A determinação da propriedade da conta está diretamente relacionada à segurança dos ativos do usuário. A plataforma deve priorizar confiar na parte que consegue fornecer uma autenticação de identidade completa — essa é a lógica básica de conformidade. Caso contrário, o risco de revenda de contas fica impossível de controlar.