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O grau de aceitação global de BTC e ETH é muito superior ao das stablecoins, sendo a principal razão as diferenças na abordagem regulatória. O Bitcoin e o Ethereum são considerados ativos commodities, e grandes instituições já têm uma participação significativa através de canais regulamentados como ETFs, o que torna esse caminho relativamente tranquilo. Já o destino das stablecoins é completamente diferente — atualmente, apenas os EUA concluíram um quadro regulatório legislativo, enquanto mercados principais como Japão e União Europeia permanecem cautelosos, e as principais exchanges japonesas até mesmo não suportam geralmente negociações de stablecoins.
Por que isso acontece? Em suma, as stablecoins são essencialmente um negócio de banco sombra, com riscos financeiros naturalmente mais altos do que ativos criptográficos descentralizados. As criptomoedas comuns são precificadas com base na confiança do mercado, e as variações de preço ajudam os reguladores a entenderem a liquidez e o risco; mas as stablecoins permanecem fixas a 1 dólar, independentemente das oscilações do mercado. Se os ativos subjacentes tiverem problemas ou ocorrer um pânico de retirada, pode surgir um buraco de centenas de bilhões. Além disso, a transparência financeira dos emissores e a estrutura de governança corporativa continuam sendo grandes questões.
Do ponto de vista do desenvolvimento, algumas abordagens de certos países realmente parecem inverter a ordem — eles tentam promover stablecoins antes de entender completamente o ecossistema dos ativos básicos. É como uma criança que ainda não aprendeu a andar e já quer correr. Os EUA primeiro estabeleceram a base com ETFs de BTC, usando sua posição de reserva em dólares para entender as regras de regulamentação de criptomoedas, e só depois consideraram as stablecoins. Em comparação, alguns lugares só falam de stablecoins sem mencionar as moedas principais, o que não passa de perder o foco.
Lembre-se de uma coisa: as stablecoins são, no final das contas, apenas uma ferramenta, devendo servir ativos centrais como BTC e ETH. Sem um ativo de negociação real para sustentá-las, as stablecoins são como castelos no ar — parecem convenientes, mas na verdade são frágeis.