Ao mencionar "capacitação da blockchain na finança tradicional", muitas pessoas ignoram uma questão fundamental: como podem as instituições financeiras proteger dados sensíveis e estratégias de negociação na blockchain sem violar os requisitos de auditoria regulatória? Este é exatamente o problema que a equipe de um projeto de infraestrutura vem resolvendo continuamente desde 2018.
Esta blockchain não é mais uma cadeia pública genérica, mas uma Layer 1 especialmente projetada para finanças compatíveis com regulamentações. O valor do seu token nativo está estreitamente relacionado ao fluxo de fundos institucionais e ativos físicos — em outras palavras, é um projeto com cenários de aplicação claros.
Qual é a principal vantagem competitiva técnica? Não é apenas proteção de privacidade, mas "transparência seletiva". Através de provas de conhecimento zero e criptografia homomórfica, a equipe construiu um mecanismo que pode verificar a autenticidade das transações e, ao mesmo tempo, permitir que as autoridades reguladoras auditem os dados. Para ilustrar, é como se fosse uma caixa preta criptografada e à prova de adulteração para transações financeiras: após autorização, partes específicas podem ser abertas para inspeção, sem expor toda a rede.
Essa abordagem de design já foi validada pelo mercado — com parcerias com bolsas de valores regulamentadas na Holanda e lidando com ativos securitizados na casa dos milhões de euros. A estratégia para 2026 também está se tornando clara, com uma abordagem de duas etapas: aprimorar a infraestrutura e concretizar ativos reais.
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Ao mencionar "capacitação da blockchain na finança tradicional", muitas pessoas ignoram uma questão fundamental: como podem as instituições financeiras proteger dados sensíveis e estratégias de negociação na blockchain sem violar os requisitos de auditoria regulatória? Este é exatamente o problema que a equipe de um projeto de infraestrutura vem resolvendo continuamente desde 2018.
Esta blockchain não é mais uma cadeia pública genérica, mas uma Layer 1 especialmente projetada para finanças compatíveis com regulamentações. O valor do seu token nativo está estreitamente relacionado ao fluxo de fundos institucionais e ativos físicos — em outras palavras, é um projeto com cenários de aplicação claros.
Qual é a principal vantagem competitiva técnica? Não é apenas proteção de privacidade, mas "transparência seletiva". Através de provas de conhecimento zero e criptografia homomórfica, a equipe construiu um mecanismo que pode verificar a autenticidade das transações e, ao mesmo tempo, permitir que as autoridades reguladoras auditem os dados. Para ilustrar, é como se fosse uma caixa preta criptografada e à prova de adulteração para transações financeiras: após autorização, partes específicas podem ser abertas para inspeção, sem expor toda a rede.
Essa abordagem de design já foi validada pelo mercado — com parcerias com bolsas de valores regulamentadas na Holanda e lidando com ativos securitizados na casa dos milhões de euros. A estratégia para 2026 também está se tornando clara, com uma abordagem de duas etapas: aprimorar a infraestrutura e concretizar ativos reais.