O mercado de previsão tornou-se recentemente um foco de discussão pública. Em 10 de janeiro, os círculos políticos dos EUA iniciaram um debate sobre a regulamentação dos mercados de previsão — incluindo 30 figuras políticas, entre elas ex-presidente da Câmara dos Representantes, que estão a promover um novo projeto de lei que exige a proibição de funcionários eleitos de realizarem negociações relacionadas com política nos mercados de previsão.
Tudo isso teve origem num evento surpreendente: no ano passado, alguém fez uma aposta na Polymarket sobre a situação política do ex-presidente da Venezuela, Maduro, com um lucro de até 40 mil dólares numa única aposta. Essa aposta de grande valor imediatamente levantou suspeitas de "negociação com informações privilegiadas" — quem teria acesso a informações tão confiantes?
Logo a seguir, o deputado do Estado de Nova York, Richie Torres, apresentou oficialmente na sexta-feira passada a Lei de Integridade Pública dos Mercados de Previsão Financeira de 2026. O núcleo desta lei é bastante direto: políticos não podem apostar em política nos mercados de previsão. Parece uma medida para fechar brechas, mas por trás dela reflete-se o problema de assimetria de informações na aplicação dos mercados de previsão na política.
Os mercados de previsão deveriam ser mecanismos de descoberta de preços, mas quando políticos se tornam negociantes, a imparcialidade do mercado fica comprometida. Essa é uma das razões pelas quais os mercados de criptomoedas globais estão sob maior vigilância regulatória — não porque a tecnologia em si seja problemática, mas porque os cenários de aplicação exigem regras de jogo mais claras.
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O mercado de previsão tornou-se recentemente um foco de discussão pública. Em 10 de janeiro, os círculos políticos dos EUA iniciaram um debate sobre a regulamentação dos mercados de previsão — incluindo 30 figuras políticas, entre elas ex-presidente da Câmara dos Representantes, que estão a promover um novo projeto de lei que exige a proibição de funcionários eleitos de realizarem negociações relacionadas com política nos mercados de previsão.
Tudo isso teve origem num evento surpreendente: no ano passado, alguém fez uma aposta na Polymarket sobre a situação política do ex-presidente da Venezuela, Maduro, com um lucro de até 40 mil dólares numa única aposta. Essa aposta de grande valor imediatamente levantou suspeitas de "negociação com informações privilegiadas" — quem teria acesso a informações tão confiantes?
Logo a seguir, o deputado do Estado de Nova York, Richie Torres, apresentou oficialmente na sexta-feira passada a Lei de Integridade Pública dos Mercados de Previsão Financeira de 2026. O núcleo desta lei é bastante direto: políticos não podem apostar em política nos mercados de previsão. Parece uma medida para fechar brechas, mas por trás dela reflete-se o problema de assimetria de informações na aplicação dos mercados de previsão na política.
Os mercados de previsão deveriam ser mecanismos de descoberta de preços, mas quando políticos se tornam negociantes, a imparcialidade do mercado fica comprometida. Essa é uma das razões pelas quais os mercados de criptomoedas globais estão sob maior vigilância regulatória — não porque a tecnologia em si seja problemática, mas porque os cenários de aplicação exigem regras de jogo mais claras.