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Drex e tokenização serão o centro da estratégia do Banco Central para os próximos anos
Source: PortaldoBitcoin Original Title: Drex e tokenização serão o centro da estratégia do Banco Central para os próximos anos Original Link: https://portaldobitcoin.uol.com.br/drex-e-tokenizacao-serao-o-centro-da-estrategia-do-banco-central-para-os-proximos-anos/ O sucesso do Pix foi apenas o ponto de partida de uma transformação mais profunda do sistema financeiro brasileiro, que terá a tokenização de ativos reais e a reestruturação do Drex como prioridades, segundo Rogério Lucca, secretário executivo do Banco Central que apresentou o planejamento estratégico da autarquia para o ciclo de 2026 a 2029.
Na visão do BC, a convergência dessas iniciativas dará origem à “terceira grande infraestrutura digital pública” do país, ao lado do Pix e do Open Finance.
Segundo Lucca, o Drex não alcança sua utilidade plena sem um ecossistema funcional de tokens de ativos reais, ao mesmo tempo em que a tokenização carece de um ambiente institucional seguro e padronizado para ganhar escala.
Para o secretário executivo, o avanço dessas frentes é essencial para levar a eficiência transacional já observada no Pix para a camada de ativos financeiros, modernizando o mercado de capitais sem comprometer a estabilidade do sistema. “Esse ganho que eu tenho em termos de informação no Open Finance potencialmente eu vou poder ter no futuro também com a utilização do Drex ou da tokenização, na utilização dos meus ativos para obter serviços financeiros”, afirmou.
A integração entre Pix, Open Finance e Drex é apontada pelo BC como um diferencial do modelo brasileiro. Enquanto o Pix simplificou a movimentação de dinheiro, a tokenização amplia os usos possíveis de diferentes ativos, e o Open Finance nivela o acesso à informação entre instituições.
Nesse arranjo, o Drex funcionaria como a camada de liquidação, permitindo que produtos financeiros se tornem mais eficientes e baratos para o cliente final. “No Open Finance, na medida que eu consigo pegar essa informação e passar para outras instituições financeiras, eu tenho uma concorrência mais igualitária no provimento desse crédito para mim”, explicou Lucca ressaltando que diversas instituições terão informações sobre bons e maus pagadores.
Na agenda de modernização, o Banco Central trabalha para integrar o sistema de títulos públicos brasileiros ao mercado internacional e atualizar os regimes de resolução de instituições financeiras, medidas que, segundo o secretário executivo, podem facilitar o acesso de investidores globais ao mercado nacional e gerar efeitos positivos sobre a política monetária.
Lucca reconheceu que a inovação tecnológica traz novos vetores de risco e vulnerabilidades, o que explica o aumento do rigor regulatório previsto para os próximos anos. Após o crescimento de fraudes e golpes registrados em 2025, o BC pretende intensificar a supervisão sobre os agentes financeiros. Para o secretário, o desafio é elevar o nível de proteção sem sufocar a inovação.
Entre as medidas citadas por ele estão regras mais claras e supervisão direta para Prestadores de Serviços de Ativos Virtuais, maior monitoramento de instituições que oferecem infraestrutura bancária para terceiros e a elevação das exigências de capital mínimo para novas instituições, de forma a garantir que apenas empresas robustas integrem o sistema financeiro.
Apesar das ambições, o próprio BC admite que o Drex enfrenta limitações tecnológicas. A tecnologia blockchain testada inicialmente se mostrou inadequada para as necessidades da autarquia. Apesar disso, o BC deixou claro que não desistiu do projeto.