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Economia em contração ou desvalorização da moeda: as 10 moedas mais depreciadas em 2025
As moedas dos diferentes países não têm o mesmo valor. Algumas moedas estão tão desvalorizadas que é preciso usar dezenas de milhares para trocar por um único dólar americano. Esta situação resulta de problemas económicos variados, desde inflação elevada até à falta de interesse dos investidores estrangeiros e crises políticas sem fim.
Fatores que levam à desvalorização da moeda
Primeiro, é importante entender que a taxa de câmbio é controlada por muitos fatores, não apenas pela procura de compra e venda. Taxas de juro elevadas, estabilidade política, inflação e fluxo de investimento estrangeiro influenciam a dinâmica da taxa de câmbio. Países com inflação galopante ou crises políticas severas tendem a ver a sua moeda perder valor perante os desafios.
Tabela comparativa: as 10 moedas mais desvalorizadas
Ordem de desvalorização: de crise económica a atraso no desenvolvimento
Nível 1: Crise financeira severa
Libra libanesa (LBP) - 89.751,22 por 1 USD
O Líbano enfrenta a pior crise económica da sua história moderna. Desde 2019, o país sofreu uma inflação de três dígitos, quase toda a classe média desapareceu, e o setor bancário está à beira do colapso. A libra libanesa, que já estava atrelada ao dólar, perdeu 90% do seu valor. O mercado paralelo denuncia que o governo não pagou a dívida em 2020, e a moeda foi abandonada como um par de sapatos velhos.
O principal problema é a política de câmbio múltiplo — o governo mantém uma taxa oficial, mas o mercado real exige muito mais, criando uma enorme disparidade cambial.
Rial iraniano (IRR) - 42.112,50 por 1 USD
O Irão é conhecido pela sua incapacidade de exportar. Décadas de sanções ocidentais afastaram o país do sistema financeiro global. A dependência do petróleo, tensões geopolíticas e a inflação galopante fizeram o rial desabar.
Apesar de tentativas de liberalizar a economia, as restrições à venda de petróleo e outros fatores continuam a prejudicar a moeda, levando o rial a desvalorizar-se continuamente.
Nível 2: Economia em desenvolvimento, mas em declínio
Dong vietnamita (VND) - 26.040 por 1 USD
O Vietname tem mostrado crescimento económico contínuo, mas o dong mantém-se fraco. Isto deve-se ao regime de câmbio gerido, onde o banco central impede que o dong se valorize demasiado, para não tornar os produtos vietnamitas mais caros e prejudicar as exportações. Assim, o dong permanece relativamente fraco.
Por outro lado, a desvalorização do dong favorece a balança comercial, atrai turismo e investimento estrangeiro — uma estratégia que funciona bem.
Kip laosiano (LAK) - 21.625,82 por 1 USD
O Laos é um país em desenvolvimento lento, dependente da agricultura. O investimento estrangeiro é escasso, a infraestrutura precária e o país sob influência de Vietname e União Soviética no passado. Após a abertura económica, o kip também desvalorizou-se progressivamente.
Com a chegada da COVID-19, a economia do Laos sofreu forte impacto, com inflação elevada e recessão, levando à desvalorização do kip.
Nível 3: Países emergentes com problemas
Rupia indonésia (IDR) - 16.275 por 1 USD
A Indonésia é um país grande, com uma população numerosa, mas por que a rupia está fraca? Depende das exportações de commodities — petróleo, carvão e óleo de palma. Quando os preços dessas commodities caem, a rupia também desvaloriza. Além disso, a crise financeira asiática de 1997 destruiu a moeda, com a dívida pública a crescer e o banco central a precisar de intervenção com reservas limitadas.
No entanto, a economia indonésia tem vindo a crescer, com turismo e investimento a aumentar, mantendo a rupia relativamente fraca, mas estável.
Uzbequistão (UZS) - 12.798,70 por 1 USD
O Uzbequistão foi uma república da União Soviética. Desde a independência em 1991, a economia tem estado sob controlo rígido, com inflação e controlo estatal. O investimento estrangeiro é escasso, e a moeda desvaloriza-se diariamente.
Nível 4: Países com baixa relevância económica
Franco guineense (GNF) - 8.667,50 por 1 USD
A Guiné tem desenvolvimento limitado, infraestrutura fraca, instabilidade política crónica. Estes fatores afastam os investidores estrangeiros. O franco guineense não atrai, e a fuga de capitais é comum. A economia é pouco diversificada, baseada em minerais como o bauxite, entre outros, levando à desvalorização.
Guarani paraguaio (PYG) - 7.996,67 por 1 USD
O Paraguai é um país pequeno na América do Sul, dependente da agricultura — arroz, soja. Após conflitos e instabilidade, a economia ainda não recuperou totalmente, com balança comercial negativa, e o guarani desvaloriza-se.
Ariary malgaxe (MGA) - 4.467,50 por 1 USD
Madagáscar é uma ilha distante, com instabilidade política, clima irregular e economia fraca. O ariary é uma moeda de baixo valor.
Franco burundês (BIF) - 2.977,00 por 1 USD
Burundi é um dos países mais pobres do mundo, com crise alimentar, falta de infraestrutura e instabilidade. O franco burundês aproxima-se de valores de “programa de compra de brinquedos”.
Resumo: por que as moedas desvalorizam
A taxa de câmbio não é fixa — estes números refletem o estado da economia, seja de prosperidade ou crise. Quando um país enfrenta dificuldades, a moeda desvaloriza; quando cresce, valoriza-se. Às vezes, a desvalorização é intencional, para facilitar as exportações, com políticas de câmbio baixo.
Países com inflação baixa, turismo forte e políticas transparentes tendem a ter moedas mais fortes, como o rublo russo, que não desvaloriza tanto quanto a moeda tailandesa, por exemplo, devido ao apoio do seu governo — ou às ações de grandes potências.
Outras notícias: o preço do bitcoin atingiu um máximo histórico de 100k! Algumas pessoas dizem: “Se a moeda desvalorizar, pelo menos tenho cripto” — parece uma ideia inteligente… Ou não?