Até os veteranos das remessas ficaram inquietos — a Western Union está a levar isto a sério desta vez💳
Há uma notícia recente que merece ser comentada. A Western Union lançou um produto chamado “Stable Card”, que permite que pessoas em países como a Argentina e a Turquia, onde as moedas estão a desvalorizar rapidamente, possam usar stablecoins como a USDT para despesas do dia a dia e transferências internacionais.
Para ser sincero, isto tem um grande significado. O facto de uma instituição financeira tradicional entrar neste mercado com um produto próprio é uma declaração clara ao mercado: o caminho das stablecoins é viável, e pode ser percorrido com segurança. Para quem vê o seu dinheiro a perder valor todos os dias, isto é quase como receber uma tábua de salvação — já não precisam de assistir impotentes enquanto a inflação consome as suas poupanças.
O mais interessante são os efeitos subsequentes. Ao fazer isto, a Western Union acaba por conferir às stablecoins um selo de legitimidade. Pensa bem: se centenas de milhões de pessoas começarem realmente a usar USDT para fazer compras, transferências ou pagar salários diariamente, imagina o aumento da procura. O sector dos pagamentos já era competitivo, mas agora, com os gigantes tradicionais a entrar em campo com a confiança dos seus utilizadores, a concorrência só vai aquecer.
Mas, olhando de outro ângulo, isto é também um sinal de que as criptomoedas estão realmente a chegar às massas. Já não é só aquela conversa de especulação, mas sim uma ferramenta útil para o quotidiano. Que blockchains vão conseguir responder a esta nova procura por pagamentos? Que projectos têm vantagens técnicas em liquidações transfronteiriças? Estes são os pontos a ter debaixo de olho daqui para a frente.
Resumindo, isto não é um teste, é um ataque frontal. A história das stablecoins pode estar apenas a começar.
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Até os veteranos das remessas ficaram inquietos — a Western Union está a levar isto a sério desta vez💳
Há uma notícia recente que merece ser comentada. A Western Union lançou um produto chamado “Stable Card”, que permite que pessoas em países como a Argentina e a Turquia, onde as moedas estão a desvalorizar rapidamente, possam usar stablecoins como a USDT para despesas do dia a dia e transferências internacionais.
Para ser sincero, isto tem um grande significado. O facto de uma instituição financeira tradicional entrar neste mercado com um produto próprio é uma declaração clara ao mercado: o caminho das stablecoins é viável, e pode ser percorrido com segurança. Para quem vê o seu dinheiro a perder valor todos os dias, isto é quase como receber uma tábua de salvação — já não precisam de assistir impotentes enquanto a inflação consome as suas poupanças.
O mais interessante são os efeitos subsequentes. Ao fazer isto, a Western Union acaba por conferir às stablecoins um selo de legitimidade. Pensa bem: se centenas de milhões de pessoas começarem realmente a usar USDT para fazer compras, transferências ou pagar salários diariamente, imagina o aumento da procura. O sector dos pagamentos já era competitivo, mas agora, com os gigantes tradicionais a entrar em campo com a confiança dos seus utilizadores, a concorrência só vai aquecer.
Mas, olhando de outro ângulo, isto é também um sinal de que as criptomoedas estão realmente a chegar às massas. Já não é só aquela conversa de especulação, mas sim uma ferramenta útil para o quotidiano. Que blockchains vão conseguir responder a esta nova procura por pagamentos? Que projectos têm vantagens técnicas em liquidações transfronteiriças? Estes são os pontos a ter debaixo de olho daqui para a frente.
Resumindo, isto não é um teste, é um ataque frontal. A história das stablecoins pode estar apenas a começar.