Trinta dias, a conta saiu de 1500U para 50 000U — isto não é bruxaria, é uma lei de sobrevivência que aprendi depois de ser educado pelo mercado.
Lembro-me desse momento: o saldo da conta já só tinha quatro dígitos, cada vez que olhava para o gráfico era como assistir ao meu próprio funeral em direto. O mercado subia e descia, e eu estava preso à montanha-russa, incapaz de sair. Nessa noite, fiquei a olhar para os números das perdas até às três da manhã, e de repente percebi uma coisa: em vez de sonhar em ficar rico, mais vale aprender primeiro como não morrer.
**Primeira coisa: fazer um seguro ao capital**
Dividi os 1500U que me restavam em cinco partes, nunca usava mais de 300U por operação. A linha de stop loss era rígida — no máximo perdia 150U por operação, batia na linha e saía, sem hesitar. Foi a primeira vez que percebi o que significa "salvar a própria vida": se não conseguires sobreviver no mercado, dar a volta é uma piada.
**Segunda coisa: tornar a disciplina num reflexo**
Os pontos de take profit e stop loss estavam todos anotados nas notas, chegava ao ponto e agia, sem hesitar. Enquanto outros olhavam para as velas a pensar "espera mais um pouco", eu bebia água e executava o plano. O lucro por operação não era grande? Não faz mal, ao menos saía sempre inteiro. Grão a grão enche a galinha o papo, sempre melhor do que apostar tudo de uma vez.
**Terceira coisa: tratar o trading como um negócio**
A minha taxa de acerto, para ser honesto, ronda os 55%, não sou nenhum expert. Mas sigo à risca a regra "perder pouco, ganhar sempre" — como numa loja de conveniência, o lucro por venda pode ser pequeno, o importante é não aceitar produtos maus que estraguem o nome. O capital vai crescendo devagar, e ao fim de três meses, quando o efeito dos juros compostos começa a contar, os números disparam de forma inexplicável.
O que realmente me fez aguentar não foi sorte ou técnica, mas sim "regras" e "execução". Não podes controlar o sobe e desce do mercado, mas podes controlar as tuas mãos. Impulsividade, teimosia, ganância — esses sim, são os verdadeiros monstros. Queres dar a volta? Arranca esses defeitos pela raiz primeiro.
Se fores na direção certa, mesmo que partas de baixo, consegues fazer crescer o bolo; se fores na direção errada, até uma montanha de ouro vira pó. Começa agora, nunca é tarde demais.
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Trinta dias, a conta saiu de 1500U para 50 000U — isto não é bruxaria, é uma lei de sobrevivência que aprendi depois de ser educado pelo mercado.
Lembro-me desse momento: o saldo da conta já só tinha quatro dígitos, cada vez que olhava para o gráfico era como assistir ao meu próprio funeral em direto. O mercado subia e descia, e eu estava preso à montanha-russa, incapaz de sair. Nessa noite, fiquei a olhar para os números das perdas até às três da manhã, e de repente percebi uma coisa: em vez de sonhar em ficar rico, mais vale aprender primeiro como não morrer.
**Primeira coisa: fazer um seguro ao capital**
Dividi os 1500U que me restavam em cinco partes, nunca usava mais de 300U por operação. A linha de stop loss era rígida — no máximo perdia 150U por operação, batia na linha e saía, sem hesitar. Foi a primeira vez que percebi o que significa "salvar a própria vida": se não conseguires sobreviver no mercado, dar a volta é uma piada.
**Segunda coisa: tornar a disciplina num reflexo**
Os pontos de take profit e stop loss estavam todos anotados nas notas, chegava ao ponto e agia, sem hesitar. Enquanto outros olhavam para as velas a pensar "espera mais um pouco", eu bebia água e executava o plano. O lucro por operação não era grande? Não faz mal, ao menos saía sempre inteiro. Grão a grão enche a galinha o papo, sempre melhor do que apostar tudo de uma vez.
**Terceira coisa: tratar o trading como um negócio**
A minha taxa de acerto, para ser honesto, ronda os 55%, não sou nenhum expert. Mas sigo à risca a regra "perder pouco, ganhar sempre" — como numa loja de conveniência, o lucro por venda pode ser pequeno, o importante é não aceitar produtos maus que estraguem o nome. O capital vai crescendo devagar, e ao fim de três meses, quando o efeito dos juros compostos começa a contar, os números disparam de forma inexplicável.
O que realmente me fez aguentar não foi sorte ou técnica, mas sim "regras" e "execução". Não podes controlar o sobe e desce do mercado, mas podes controlar as tuas mãos. Impulsividade, teimosia, ganância — esses sim, são os verdadeiros monstros. Queres dar a volta? Arranca esses defeitos pela raiz primeiro.
Se fores na direção certa, mesmo que partas de baixo, consegues fazer crescer o bolo; se fores na direção errada, até uma montanha de ouro vira pó. Começa agora, nunca é tarde demais.