O segredo bancário europeu acaba de bater numa parede. As instituições francesas estão a invocar a 'confidencialidade do cliente' para evitar a exigência de Bruxelas de transparência sobre $20 mil milhões em ativos russos congelados que detêm.
Este impasse surge numa altura em que, segundo notícias, as autoridades da UE descobriram uma solução legal para congelar indefinidamente $303 mil milhões em ativos russos. Os críticos argumentam que 'congelamento permanente' é apenas uma linguagem burocrática para confisco—uma medida que esbate a linha entre a aplicação de sanções e a apreensão direta de ativos. Toda esta saga levanta questões sobre como as finanças tradicionais lidam com disputas geopolíticas, especialmente quando os organismos reguladores começam a reescrever as regras a meio do jogo.
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StakeWhisperer
· 2025-12-11 07:22
Porra, o banco francês está a passar a responsabilidade à vista de todos... Confidencialidade do cliente? Ri-me à gargalhada, já tiveram os ativos congelados, que privacidade é essa?
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DegenDreamer
· 2025-12-10 15:08
Rir à morte, as banques francesas jogam com a "privacidade do cliente", a níveis de absurdo que podem rivalizar com a autorregulação do mundo cripto
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ChainComedian
· 2025-12-08 09:57
Os franceses são mesmo craques nesta de “confidencialidade do cliente”: estão com 20 mil milhões de dólares russos e ainda fazem-se de inocentes, é de rir.
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APY_Chaser
· 2025-12-08 09:55
Ah, esta jogada dos bancos franceses é mesmo engenhosa, querem escapar sob o pretexto da "privacidade dos clientes"?
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ApeWithNoFear
· 2025-12-08 09:54
Porra, os bancos franceses entraram mesmo em ação, estão a usar o "sigilo bancário dos clientes" como escudo, que genial.
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GasFeeBeggar
· 2025-12-08 09:30
Ah, queres jogar à “confidencialidade” outra vez? Os bancos franceses são peritos nisso.
O segredo bancário europeu acaba de bater numa parede. As instituições francesas estão a invocar a 'confidencialidade do cliente' para evitar a exigência de Bruxelas de transparência sobre $20 mil milhões em ativos russos congelados que detêm.
Este impasse surge numa altura em que, segundo notícias, as autoridades da UE descobriram uma solução legal para congelar indefinidamente $303 mil milhões em ativos russos. Os críticos argumentam que 'congelamento permanente' é apenas uma linguagem burocrática para confisco—uma medida que esbate a linha entre a aplicação de sanções e a apreensão direta de ativos. Toda esta saga levanta questões sobre como as finanças tradicionais lidam com disputas geopolíticas, especialmente quando os organismos reguladores começam a reescrever as regras a meio do jogo.