O preço do lítio caiu 22% em 2024, mas isso pode ser um sinal. A produção global de lítio disparou para 2,4 milhões de toneladas no ano passado, um aumento acentuado em relação às 2,04 milhões de toneladas de 2023, mas o mercado ainda está absorvendo o excesso. A verdadeira história está aqui:
Três Reinos em Equilíbrio + Cavalo Negro Emergente
A Austrália ainda é a líder, com uma produção de 880 mil toneladas no ano passado (embora tenha caído 4% em relação ao ano anterior), mas atenção - o lítio deles é principalmente exportado para a China como minério bruto. O Chile, com 490 mil toneladas, ocupa o segundo lugar, utilizando a extração de lítio de lagos salgados, que possui um conteúdo tecnológico mais elevado. A China, com 410 mil toneladas, fica em terceiro, com uma taxa de crescimento de 15%.
O mais impressionante é o Zimbábue, cuja produção subiu 47% em um ano para 220.000 toneladas, disparando de 800 toneladas em 2022. As empresas chinesas estão competindo por minas lá, e esta área realmente tem oportunidades.
Mudanças na oferta estão em preparação
A produção da Argentina dobrou para 18 mil toneladas, a Rio Tinto investiu 2,5 bilhões de dólares para expandir a produção local, com a meta de atingir 60 mil toneladas/ano até 2028. O Brasil também dobrou para 10 mil toneladas, e a BYD já está comprando minas. O Canadá, embora com produção menor (4.300 toneladas), o governo investiu 1,4 bilhões de dólares canadenses em infraestrutura, e a cadeia de suprimentos de baterias ocupa a primeira posição global.
Dados principais
A demanda global de lítio deverá aumentar em mais de 30% até 2025 (principalmente devido a veículos elétricos e armazenamento)
Até 2030, são necessárias 1500 fábricas de baterias + 1160 milhões de dólares em investimento
Reduzir o excesso de 840.000 toneladas para 330.000 toneladas, o fator chave é o volume de vendas de EV na China.
Risco geopolítico não é pequeno
A China ainda é a líder em baterias de lítio (com mais de 2/3 da produção global), mas os EUA/UE estão a correr rapidamente atrás. Agora a ExxonMobil está a negociar lítio no Chile, o que é um sinal claro de que as empresas de petróleo estão a mudar para metais para baterias. A chave é o imposto sobre veículos elétricos da China nos EUA, como isso afetará a cadeia de demanda?
Inspiração para Investir
A mineração de lítio na Austrália está estável, mas chegou ao teto.
A explosão de capacidade da Argentina/Zimbábue é o incremento
A cadeia de suprimentos local na América do Norte torna-se um novo campo de batalha
A parte que dominar a tecnologia de extração direta de lítio (DLE) vencerá
O lítio não falta, o que falta é uma cadeia de suprimentos geopolítica estável e tecnologias de extração de alta eficiência. A disputa pelo lítio em 2025 é, essencialmente, uma disputa pelo controle da cadeia de valor da indústria de veículos elétricos.
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Mudanças drásticas na cadeia de fornecimento de lítio global em 2025: quem controla a veia das baterias de veículos elétricos?
O preço do lítio caiu 22% em 2024, mas isso pode ser um sinal. A produção global de lítio disparou para 2,4 milhões de toneladas no ano passado, um aumento acentuado em relação às 2,04 milhões de toneladas de 2023, mas o mercado ainda está absorvendo o excesso. A verdadeira história está aqui:
Três Reinos em Equilíbrio + Cavalo Negro Emergente
A Austrália ainda é a líder, com uma produção de 880 mil toneladas no ano passado (embora tenha caído 4% em relação ao ano anterior), mas atenção - o lítio deles é principalmente exportado para a China como minério bruto. O Chile, com 490 mil toneladas, ocupa o segundo lugar, utilizando a extração de lítio de lagos salgados, que possui um conteúdo tecnológico mais elevado. A China, com 410 mil toneladas, fica em terceiro, com uma taxa de crescimento de 15%.
O mais impressionante é o Zimbábue, cuja produção subiu 47% em um ano para 220.000 toneladas, disparando de 800 toneladas em 2022. As empresas chinesas estão competindo por minas lá, e esta área realmente tem oportunidades.
Mudanças na oferta estão em preparação
A produção da Argentina dobrou para 18 mil toneladas, a Rio Tinto investiu 2,5 bilhões de dólares para expandir a produção local, com a meta de atingir 60 mil toneladas/ano até 2028. O Brasil também dobrou para 10 mil toneladas, e a BYD já está comprando minas. O Canadá, embora com produção menor (4.300 toneladas), o governo investiu 1,4 bilhões de dólares canadenses em infraestrutura, e a cadeia de suprimentos de baterias ocupa a primeira posição global.
Dados principais
Risco geopolítico não é pequeno
A China ainda é a líder em baterias de lítio (com mais de 2/3 da produção global), mas os EUA/UE estão a correr rapidamente atrás. Agora a ExxonMobil está a negociar lítio no Chile, o que é um sinal claro de que as empresas de petróleo estão a mudar para metais para baterias. A chave é o imposto sobre veículos elétricos da China nos EUA, como isso afetará a cadeia de demanda?
Inspiração para Investir
O lítio não falta, o que falta é uma cadeia de suprimentos geopolítica estável e tecnologias de extração de alta eficiência. A disputa pelo lítio em 2025 é, essencialmente, uma disputa pelo controle da cadeia de valor da indústria de veículos elétricos.