Sobre as stablecoins, estamos habituados a equipará-las ao dólar americano. Imagine que, quando um comerciante de Gana faz uma transferência usando USDC para um fornecedor na Argentina, ou um usuário comum realiza pagamentos diários com stablecoins, o que está por trás disso pode ser mais revelador do que a própria tecnologia — o dólar está se infiltrando globalmente através de formas criptografadas.
Por outro lado, se voltarmos no tempo, mais de cem anos atrás, na era do auge do Império Britânico. Se naquela época existisse a tecnologia blockchain, a narrativa das stablecoins seria completamente diferente. Naquela época, o centro financeiro global era Londres, e a libra esterlina era a moeda forte. O que vemos hoje, com a dolarização das stablecoins, é essencialmente um mapeamento criptográfico do sistema financeiro internacional existente.
O que isso indica? A propriedade monetária das stablecoins, no final das contas, ainda é determinada pelas forças econômicas do mundo real. A tecnologia é neutra, mas os cenários de aplicação muitas vezes não são.
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Sobre as stablecoins, estamos habituados a equipará-las ao dólar americano. Imagine que, quando um comerciante de Gana faz uma transferência usando USDC para um fornecedor na Argentina, ou um usuário comum realiza pagamentos diários com stablecoins, o que está por trás disso pode ser mais revelador do que a própria tecnologia — o dólar está se infiltrando globalmente através de formas criptografadas.
Por outro lado, se voltarmos no tempo, mais de cem anos atrás, na era do auge do Império Britânico. Se naquela época existisse a tecnologia blockchain, a narrativa das stablecoins seria completamente diferente. Naquela época, o centro financeiro global era Londres, e a libra esterlina era a moeda forte. O que vemos hoje, com a dolarização das stablecoins, é essencialmente um mapeamento criptográfico do sistema financeiro internacional existente.
O que isso indica? A propriedade monetária das stablecoins, no final das contas, ainda é determinada pelas forças econômicas do mundo real. A tecnologia é neutra, mas os cenários de aplicação muitas vezes não são.