Source: PortaldoBitcoin
Original Title: Veja 7 criptomoedas com potencial de alta em janeiro
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Depois de um 2025 marcado por forte volatilidade entre as criptomoedas, movimentos técnicos importantes e crescente participação institucional, 2026 começa sob a expectativa de consolidação de narrativas que ganharam força nos últimos meses. Analistas apontam que o comportamento da liquidez global, o fluxo de recursos para ETFs e o avanço de aplicações com uso real devem continuar sendo determinantes para o desempenho dos principais criptoativos no início do ano.
Nesse contexto, a leitura predominante é de um mercado mais seletivo. A busca por “promessas rápidas” perde espaço para projetos com tese clara, infraestrutura consolidada e capacidade de atrair usuários, desenvolvedores e capital institucional.
Redes de alta performance, protocolos ligados à tokenização de ativos do mundo real, soluções de escalabilidade e até ativos com perfil mais defensivo aparecem entre as apostas para janeiro.
Chainlink (LINK)
Entre as altcoins mais citadas pelos analistas, a Chainlink aparece de forma recorrente como aposta em infraestrutura, conectando blockchains a informações externas, como preços e eventos, resolvendo um dos principais desafios do setor.
Analistas avaliam que, sempre que o mercado prioriza utilidade e robustez, projetos ligados a dados confiáveis tendem a ganhar espaço. Essa visão é compartilhada por especialistas que ressaltam as parcerias e testes com grandes instituições financeiras, colocando a Chainlink em posição privilegiada caso a narrativa de RWAs siga avançando em 2026.
A acumulação por grandes investidores reforça a expectativa de valorização do ativo, que combina alta liquidez com uma tese estrutural mais madura.
XRP
O XRP volta ao radar dos analistas pela combinação entre liquidez elevada, narrativa institucional e avanços regulatórios. Observa-se que o mercado tem precificado uma maior clareza jurídica e a possibilidade de expansão de produtos regulados, o que ajuda a explicar o desempenho recente do ativo. A leitura é de acompanhamento atento, com foco em movimentos de médio e longo prazo.
Especialistas destacam o papel do XRP em pagamentos internacionais, com transferências rápidas e de baixo custo, e apontam que o avanço regulatório aumenta a confiança institucional. Esse cenário cria espaço para maior adoção à medida que soluções financeiras tradicionais se integram ao blockchain.
Arbitrum (ARB)
Entre as soluções de segunda camada, a Arbitrum se consolida como uma das principais apostas ligadas à escalabilidade do Ethereum. Analistas avaliam que o ativo pode refletir o fluxo de capital em busca de transações mais baratas e eficientes, especialmente com novos projetos e iniciativas de infraestrutura lançados no fim de 2025 ganhando tração nos primeiros meses de 2026.
A Arbitrum representa diretamente a tese de crescimento do uso do Ethereum. À medida que a atividade on-chain aumenta, soluções de segunda camada tendem a ganhar relevância por viabilizar a expansão do ecossistema com menor custo, o que mantém o ARB como um nome relevante para janeiro.
Outras altcoins
Diversas outras altcoins foram citadas pelos analistas. Entre elas está a Avalanche (AVAX), citada como uma alternativa focada em aplicações financeiras e tokenização, beneficiada pela compatibilidade com a EVM. Sinais on-chain e interesse de investidores mais sofisticados indicam uma leitura técnica mais construtiva no começo do ano, favorecendo ativos com essa estrutura.
Já Virtuals (VIRTUAL) aparece na narrativa de inteligência artificial. O projeto voltou ao radar após lançar frameworks voltados à criação e operação de agentes de IA on-chain, que utilizam o token VIRTUAL para executar transações. Sempre que a narrativa de IA ganha força, o ativo tende a atrair atenção, especialmente quando há entregas concretas de produto.
Celestia aparece entre as apostas ligadas ao modelo de blockchains modulares. O foco em escalabilidade e eficiência, aliado a avanços tecnológicos recentes, pode atrair novos projetos e desenvolvedores ao longo de 2026. A inovação do modelo modular coloca o ativo em uma posição interessante para investidores atentos às transformações da infraestrutura blockchain.
Near Protocol é uma blockchain focada em tornar aplicações descentralizadas mais acessíveis, rápidas e de baixo custo. Seu modelo eficiente de validação reduz o consumo de energia, reforçando segurança e sustentabilidade. O ecossistema cresce em DeFi, jogos e aplicações Web3, impulsionado por parcerias e novos projetos.
Bitcoin, Ethereum e Solana
Apesar do foco nas altcoins, os analistas reforçam que Bitcoin e Ethereum seguem como pilares do mercado, enquanto Solana também é citada por praticamente todos. O Bitcoin continua sendo o principal termômetro do sentimento dos investidores, com preço fortemente influenciado pelo fluxo em ETFs e pelas expectativas em torno de juros e liquidez global. O ativo mantém seu papel como reserva de valor e instrumento de diversificação de longo prazo.
No caso do Ethereum, a leitura é de consolidação da tese de infraestrutura. A rede segue como base para DeFi, tokenização e aplicações institucionais, com analistas apontando que o crescimento do staking e os fluxos via ETFs podem sustentar uma valorização mais gradual ao longo de 2026.
Já na Solana, espera-se que ela se beneficie em momentos em que o mercado volta a buscar alternativas com uso real, especialmente se o Ethereum passar por períodos de menor tração no curto prazo. A expectativa de um ETF à vista nos EUA e o crescente interesse institucional, inclusive por tesourarias corporativas, reforçam o potencial de valorização no curto prazo.
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Veja 7 criptomoedas com potencial de alta em janeiro
Source: PortaldoBitcoin Original Title: Veja 7 criptomoedas com potencial de alta em janeiro Original Link: Depois de um 2025 marcado por forte volatilidade entre as criptomoedas, movimentos técnicos importantes e crescente participação institucional, 2026 começa sob a expectativa de consolidação de narrativas que ganharam força nos últimos meses. Analistas apontam que o comportamento da liquidez global, o fluxo de recursos para ETFs e o avanço de aplicações com uso real devem continuar sendo determinantes para o desempenho dos principais criptoativos no início do ano.
Nesse contexto, a leitura predominante é de um mercado mais seletivo. A busca por “promessas rápidas” perde espaço para projetos com tese clara, infraestrutura consolidada e capacidade de atrair usuários, desenvolvedores e capital institucional.
Redes de alta performance, protocolos ligados à tokenização de ativos do mundo real, soluções de escalabilidade e até ativos com perfil mais defensivo aparecem entre as apostas para janeiro.
Chainlink (LINK)
Entre as altcoins mais citadas pelos analistas, a Chainlink aparece de forma recorrente como aposta em infraestrutura, conectando blockchains a informações externas, como preços e eventos, resolvendo um dos principais desafios do setor.
Analistas avaliam que, sempre que o mercado prioriza utilidade e robustez, projetos ligados a dados confiáveis tendem a ganhar espaço. Essa visão é compartilhada por especialistas que ressaltam as parcerias e testes com grandes instituições financeiras, colocando a Chainlink em posição privilegiada caso a narrativa de RWAs siga avançando em 2026.
A acumulação por grandes investidores reforça a expectativa de valorização do ativo, que combina alta liquidez com uma tese estrutural mais madura.
XRP
O XRP volta ao radar dos analistas pela combinação entre liquidez elevada, narrativa institucional e avanços regulatórios. Observa-se que o mercado tem precificado uma maior clareza jurídica e a possibilidade de expansão de produtos regulados, o que ajuda a explicar o desempenho recente do ativo. A leitura é de acompanhamento atento, com foco em movimentos de médio e longo prazo.
Especialistas destacam o papel do XRP em pagamentos internacionais, com transferências rápidas e de baixo custo, e apontam que o avanço regulatório aumenta a confiança institucional. Esse cenário cria espaço para maior adoção à medida que soluções financeiras tradicionais se integram ao blockchain.
Arbitrum (ARB)
Entre as soluções de segunda camada, a Arbitrum se consolida como uma das principais apostas ligadas à escalabilidade do Ethereum. Analistas avaliam que o ativo pode refletir o fluxo de capital em busca de transações mais baratas e eficientes, especialmente com novos projetos e iniciativas de infraestrutura lançados no fim de 2025 ganhando tração nos primeiros meses de 2026.
A Arbitrum representa diretamente a tese de crescimento do uso do Ethereum. À medida que a atividade on-chain aumenta, soluções de segunda camada tendem a ganhar relevância por viabilizar a expansão do ecossistema com menor custo, o que mantém o ARB como um nome relevante para janeiro.
Outras altcoins
Diversas outras altcoins foram citadas pelos analistas. Entre elas está a Avalanche (AVAX), citada como uma alternativa focada em aplicações financeiras e tokenização, beneficiada pela compatibilidade com a EVM. Sinais on-chain e interesse de investidores mais sofisticados indicam uma leitura técnica mais construtiva no começo do ano, favorecendo ativos com essa estrutura.
Já Virtuals (VIRTUAL) aparece na narrativa de inteligência artificial. O projeto voltou ao radar após lançar frameworks voltados à criação e operação de agentes de IA on-chain, que utilizam o token VIRTUAL para executar transações. Sempre que a narrativa de IA ganha força, o ativo tende a atrair atenção, especialmente quando há entregas concretas de produto.
Celestia aparece entre as apostas ligadas ao modelo de blockchains modulares. O foco em escalabilidade e eficiência, aliado a avanços tecnológicos recentes, pode atrair novos projetos e desenvolvedores ao longo de 2026. A inovação do modelo modular coloca o ativo em uma posição interessante para investidores atentos às transformações da infraestrutura blockchain.
Near Protocol é uma blockchain focada em tornar aplicações descentralizadas mais acessíveis, rápidas e de baixo custo. Seu modelo eficiente de validação reduz o consumo de energia, reforçando segurança e sustentabilidade. O ecossistema cresce em DeFi, jogos e aplicações Web3, impulsionado por parcerias e novos projetos.
Bitcoin, Ethereum e Solana
Apesar do foco nas altcoins, os analistas reforçam que Bitcoin e Ethereum seguem como pilares do mercado, enquanto Solana também é citada por praticamente todos. O Bitcoin continua sendo o principal termômetro do sentimento dos investidores, com preço fortemente influenciado pelo fluxo em ETFs e pelas expectativas em torno de juros e liquidez global. O ativo mantém seu papel como reserva de valor e instrumento de diversificação de longo prazo.
No caso do Ethereum, a leitura é de consolidação da tese de infraestrutura. A rede segue como base para DeFi, tokenização e aplicações institucionais, com analistas apontando que o crescimento do staking e os fluxos via ETFs podem sustentar uma valorização mais gradual ao longo de 2026.
Já na Solana, espera-se que ela se beneficie em momentos em que o mercado volta a buscar alternativas com uso real, especialmente se o Ethereum passar por períodos de menor tração no curto prazo. A expectativa de um ETF à vista nos EUA e o crescente interesse institucional, inclusive por tesourarias corporativas, reforçam o potencial de valorização no curto prazo.