O Twitter permite-te ser tu mesmo—cru, sem filtros, autêntico. Mas ao entrares no Instagram, TikTok, LinkedIn? É aí que a maioria das pessoas cria uma versão cuidadosamente curada. No espaço Web3, este paradoxo é ainda mais profundo. Encontras a mesma pessoa a lançar opiniões polémicas em debates on-chain num momento, e a polir o perfil do LinkedIn no seguinte. O movimento de descentralização prega a autenticidade, mas a marca pessoal continua a ser muito humana. Contradição interessante, não é?
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GasWaster
· 8h atrás
não, cara, a mesma energia de verificar os preços do gás às 3h da manhã e depois postar raivosamente sobre taxas... estamos todos apenas otimizando nossa imagem em diferentes blockchains lol
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FlashLoanPhantom
· 11h atrás
Isto é realmente incrível, os profissionais de web3 passam o dia a clamar por descentralização e transparência, e logo a seguir começam a aprimorar a sua imagem, ainda mais competitivos do que no web2.
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SchroedingerGas
· 12h atrás
Fazer declarações extremas na cadeia, mudar de identidade fora da cadeia, esse truque já jogamos todas as vezes
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NotFinancialAdvice
· 12h atrás
Rir até chorar, é o trocador de personagens do mundo das criptomoedas, né?
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0xSoulless
· 13h atrás
Haha, não é isso o dia a dia do mundo das criptomoedas? Durante o dia, comentários divinos na blockchain, à noite, exibicionismo no LinkedIn.
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GateUser-e87b21ee
· 13h atrás
A verdadeira essência das pessoas do web3 está no Twitter, nos outros lugares é só cosplay
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governance_ghost
· 13h atrás
Frenesim anónimo na cadeia, no LinkedIn bem vestido, é mesmo um perfil versátil para tudo, hein
O Twitter permite-te ser tu mesmo—cru, sem filtros, autêntico. Mas ao entrares no Instagram, TikTok, LinkedIn? É aí que a maioria das pessoas cria uma versão cuidadosamente curada. No espaço Web3, este paradoxo é ainda mais profundo. Encontras a mesma pessoa a lançar opiniões polémicas em debates on-chain num momento, e a polir o perfil do LinkedIn no seguinte. O movimento de descentralização prega a autenticidade, mas a marca pessoal continua a ser muito humana. Contradição interessante, não é?