Os EUA estão a remodelar fundamentalmente a dinâmica energética global neste momento. Quer seja através de mudanças políticas, investimentos em infraestrutura ou posicionamento estratégico, a nova abordagem da América já está a repercutir nos mercados internacionais.



Isto já não se trata apenas de petróleo e gás. A política energética impacta diretamente tudo—desde operações mineiras até investimentos em infraestruturas renováveis e estabilidade geopolítica. Quando a maior economia do mundo reescreve as regras energéticas, isso afeta as cadeias de abastecimento, a inflação e, em última análise, a forma como o capital flui globalmente.

Podemos estar a testemunhar o início de uma era verdadeiramente nova. A questão é: o que isto significa para os mercados emergentes, economias dependentes de energia e o panorama financeiro mais amplo? Vale a pena prestar atenção enquanto estas mudanças se desenrolam.
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